quinta-feira, 7 de setembro de 2017

BENEFÍCIOS E PROPRIEDADES DA ALCACHOFRA








Benefícios e propriedades da Alcachofra


  • Atua como um tônico digestivo;
  • É diurética;
  • Estomáquica;
  • Ajuda na cura de doenças do fígado;
  • É laxativa, sem irritar a mucosa dos intestinos;
  • Diminui o mau colesterol; 
  • É hipoglicemiante;
  • Depurativa;
  • Previne várias doenças hepáticas; 
  • É eficaz no combate às gorduras, por isso é considera emagrecedora.
  • Auxilia no combate ao endurecimento das artérias e possui efeito antiesclerótico;
  • Suas folhas reduzem a taxa de açúcar no sangue, controlando a diabetes, a hipertensão e a anemia.




  • Fonte: https://www.remedio-caseiro.com/os-beneficios-da-alcachofra-e-seu-cha/

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

31 DE AGOSTO - DIA DO NUTRICIONISTA


"Ser nutricionista e vitamina planos, dar energia a sonhos, alimentar ideias." 
Carin Weirich




domingo, 27 de agosto de 2017

sábado, 26 de agosto de 2017

ANIS-ESTRELADO




Faz -se uso interno para tratar dores abdominais, distúrbios digestivos e queixas como lumbago.

É frequentemente utilizada em medicinais para tratamento de distúrbios digestivos e tosse, em parte também por causa de seu sabor agradável.

O anis-estrelado é eficaz para vários distúrbios digestivos, incluindo cólicas, e pode ser administrado com segurança às crianças.


Benefícios medicinas do anis-estrelado:

  • antisséptico
  • antibacteriano
  • anti-inflamatório
  • calmante
  • digestivo
  • diurético
  • relaxante
  • indutor do sono
  • analgésico
Fonte: https://www.greenme.com.br/usos-beneficios/5204-anis-estrelado-usos-contraindicacoes

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

O ENFERMEIRO DE MACHADO DE ASSIS

Parece-lhe então que o que se deu comigo em 1860, pode entrar numa página de livro? Vá que seja, com a condição única de que não há de divulgar nada antes da minha morte. Não esperará muito, pode ser que oito dias, se não for menos; estou desenganado.
Olhe, eu podia mesmo contar-lhe a minha vida inteira, em que há outras coisas interessantes, mas para isso era preciso tempo, ânimo e papel, e eu só tenho papel; o ânimo é frouxo, e o tempo assemelha-se à lamparina de madrugada. Não tarda o sol do outro dia, um sol dos diabos, impenetrável como a vida. Adeus, meu caro senhor, leia isto e queira-me bem; perdoe-me o que lhe parecer mau, e não maltrate muito a arruda, se lhe não cheira a rosas. Pediu- me um documento humano, ei-lo aqui. Não me peça também o império do Grão-Mogol. nem a fotografia dos Macabeus; peça, porém, os meus sapatos de defunto e não os dou a ninguém mais.
Já sabe que foi em l860. No ano anterior, ali pelo mês de agosto, tendo eu quarenta e dois anos, fiz-me teólogo. - quero dizer, copiava os estudos de teologia de um padre de Niterói, antigo companheiro de colégio, que assim me dava. delicadamente, casa, cama e mesa. Naquele mês de agosto de 1859, recebeu ele uma carta de um vigário de certa vila do interior, perguntando se conhecia pessoa entendida, discreta e paciente, que quisesse ir servir de enfermeiro ao Coronel Felisberto, mediante um bom ordenado. O padre falou- me, aceitei com ambas as mãos, estava já enfarado de copiar citações latinas e fórmulas eclesiásticas. Vim à corte despedir-me de um irmão, e segui para a vila.
Chegando à vila, tive más notícias do coronel. Era homem insuportável, estúrdio, exigente, ninguém o aturava, nem os próprios amigos. Gastava mais enfermeiros que remédios. A dois deles quebrou a cara. Respondi que não tinha medo de gente sã, menos ainda de doentes; e depois de entender-me com o vigário, que me confirmou as notícias recebidas, e me recomendou mansidão e caridade, segui para a residência do coronel.
Achei-o na varanda da casa estirado numa cadeira, bufando muito. Não me recebeu mal. Começou por não dizer nada; pôs em mim dois olhos de gato que observa; depois, uma espécie de riso maligno alumino-lhe as feições. que eram duras. Afinal, disse-me que nenhum dos enfermeiros que tivera, prestava para nada, dormiam muito, eram respondões e andavam ao faro das escravas; dois eram até gatunos!
- Você é gatuno?
- Não, senhor.
Em seguida, perguntou-me pelo nome: disse-lho e ele fez um gesto de espanto. Colombo? Não, senhor: Procópio José Gomes Valongo. Valongo? achou que não era nome de gente, e propôs chamar-me tão-somente Procópio, ao que respondi que estaria pelo que fosse de seu agrado. Conto-lhe esta particularidade, não só porque me parece pintá-lo bem, como porque a minha resposta deu de mim a melhor idéia ao coronel. Ele mesmo o declarou ao vigário, acrescentando que eu era o mais simpático dos enfermeiros que tivera. A verdade é que vivemos uma lua-de-mel de sete dias.
No oitavo dia, entrei na vida dos meus predecessores, uma vida de cão, não dormir, não pensar em mais nada, recolher injúrias, e, às vezes, rir delas, com um ar de resignação e conformidade; reparei que era um modo de lhe fazer corte. Tudo impertinências de moléstia e do temperamento. A moléstia era um rosário delas, padecia de aneurisma, de reumatismo e de três ou quatro afecções menores. Tinha perto de sessenta anos, e desde os cinco toda a gente lhe fazia a vontade. Se fosse só rabugento, vá; mas ele era também mau, deleitava-se com a dor e a humilhação dos outros. No fim de três meses estava farto de o aturar; determinei vir embora; só esperei ocasião.
Não tardou a ocasião. Um dia, como lhe não desse a tempo uma fomentação, pegou da bengala e atirou-me dois ou três golpes. Não era preciso mais; despedi-me imediatamente, e fui aprontar a mala. Ele foi ter comigo, ao quarto, pediu-me que ficasse, que não valia a pena zangar por uma rabugice de velho. Instou tanto que fiquei.
- Estou na dependura, Procópio, dizia-me ele à noite; não posso viver muito tempo. Estou aqui, estou na cova. Você há de ir ao meu enterro, Procópio; não o dispenso por nada. Há de ir, há de rezar ao pé da minha sepultura. Se não for, acrescentou rindo, eu voltarei de noite para lhe puxar as pernas. Você crê em almas de outro mundo. Procópio?
- Qual o quê!
- E por que é que não há de crer, seu burro? redargüiu vivamente, arregalando os olhos.
Eram assim as pazes; imagine a guerra. Coibiu-se das bengaladas; mas as injúrias ficaram as mesmas, se não piores. Eu, com o tempo, fui calejando, e não dava mais por nada; era burro, camelo, pedaço d'asno, idiota, moleirão, era tudo. Nem, ao menos, havia mais gente que recolhesse uma parte desses nomes. Não tinha parentes; tinha um sobrinho que morreu tísico, em fins de maio ou princípios de julho, em Minas. Os amigos iam por lá às vezes aprová-lo, aplaudi-lo, e nada mais; cinco, dez minutos de visita. Restava eu; era eu sozinho para um dicionário inteiro. Mais de uma vez resolvi sair; mas, instado pelo vigário. ia ficando.
Não só as relações foram-se tornando melindrosas, mas eu estava ansioso por tornar à Corte. Aos quarenta e dois anos não é que havia de acostumar-me à reclusão constante, ao pé de um doente bravio, no interior. Para avaliar o meu isolamento, basta saber que eu nem lia os jornais; salvo alguma notícia mais importante que levavam ao coronel, eu nada sabia do resto do mundo. Entendi, portanto, voltar para a Corte, na primeira ocasião, ainda que tivesse de brigar com o vigário. Bom é dizer (visto que faço uma confissão geral) que, nada gastando e tendo guardado integralmente os ordenados, estava ansioso por vir dissipá-los aqui.
Era provável que a ocasião aparecesse. O coronel estava pior, fez testamento, descompondo o tabelião, quase tanto como a mim. O trato era mais duro, os breves lapsos de sossego e brandura faziam-se raros. Já por esse tempo tinha eu perdido a escassa dose de piedade que me fazia esquecer os excessos do doente; trazia dentro de mim um fermento de ódio e aversão. No princípio de agosto resolvi definitivamente sair; o vigário e o médico, aceitando as razões, pediram- me que ficasse algum tempo mais. Concedi-lhes um mês; no fim de um mês viria embora, qualquer que fosse o estado do doente. O vigário tratou de procurar-me substituto.
Vai ver o que aconteceu. Na noite de vinte e quatro de agosto, o coronel teve um acesso de raiva, atropelou-me, disse-me muito nome cru, ameaçou-me de um tiro, e acabou atirando-me um prato de mingau, que achou frio; o prato foi cair na parede, onde se fez em pedaços.
- Hás de pagá-lo, ladrão! bradou ele.
Resmungou ainda muito tempo. Às onze horas passou pelo sono. Enquanto ele dormia, saquei um livro do bolso, um velho romance de d'Arlincourt, traduzido, que lá achei, e pus-me a lê-lo, no mesmo quarto, a pequena distância da cama; tinha de acordá-lo à meia-noite para lhe dar o remédio. Ou fosse de cansaço, ou do livro, antes de chegar ao fim da segunda página adormeci também. Acordei aos gritos do coronel, e levantei-me estremunhado. Ele, que parecia delirar, continuou nos mesmos gritos, e acabou por lançar mão da moringa e arremessá-la contra mim. Não tive tempo de desviar-me; a moringa bateu-me na face esquerda, e tal foi a dor que não vi mais nada; atirei-me ao doente, pus-lhe as mãos ao pescoço, lutamos, e esganei-o.
Quando percebi que o doente expirava, recuei aterrado, e dei um grito; mas ninguém me ouviu. Voltei à cama, agitei-o para chamá-lo à vida, era tarde; arrebentara o aneurisma, e o coronel morreu. Passei à sala contígua, e durante duas horas não ousei voltar ao quarto. Não posso mesmo dizer tudo o que passei, durante esse tempo. Era um atordoamento, um delírio vago e estúpido. Parecia-me que as paredes tinham vultos; escutava uma vozes surdas. Os gritos da vítima, antes da luta e durante a luta, continuavam a repercutir dentro de mim, e o ar, para onde quer que me voltasse, aparecia recortado de convulsões. Não creia que esteja fazendo imagens nem estilo; digo-lhe que eu ouvia distintamente umas vozes que me bradavam: assassino! assassino!
Tudo o mais estava calado. O mesmo som do relógio, lento, igual e seco, sublinhava o silêncio e a solidão. Colava a orelha à porta do quarto na esperança de ouvir um gemido, uma palavra, uma injúria, qualquer coisa que significasse a vida, e me restituísse a paz à consciência. Estaria pronto a apanhar das mãos do coronel, dez, vinte, cem vezes. Mas nada, nada; tudo calado. Voltava a andar à toa, na sala, sentava-me, punha as mãos na cabeça; arrependia-me de ter vindo. - "Maldita a hora em que aceitei semelhante coisa!" exclamava. E descompunha o padre de Niterói, o médico, o vigário, os que me arranjaram um lugar, e os que me pediram para ficar mais algum tempo. 7 Agarrava-me à cumplicidade dos outros homens.
Como o silêncio acabasse por aterrar-me, abri uma das janelas, para escutar o som do vento, se ventasse. Não ventava. A noite ia tranqüila, as estrelas fulguravam, com a indiferença de pessoas que tiram o chapéu a um enterro que passa, e continuam a falar de outra coisa. Encostei-me ali por algum tempo, fitando a noite, deixando-me ir a urna recapitulação da vida, a ver se descansava da dor presente. Só então posso dizer que pensei claramente no castigo. Achei-me com um crime às costas e vi a punição certa. Aqui o temor complicou o remorso. Senti que os cabelos me ficavam de pé. Minutos depois, vi três ou quatro vultos de pessoas, no terreiro, espiando, com um ar de emboscada; recuei, os vultos esvaíram-se no ar; era uma alucinação.
Antes do alvorecer curei a contusão da face. Só então ousei voltar ao quarto. Recuei duas vezes, mas era preciso e entrei; ainda assim, não cheguei logo à cama. Tremiam-me as pernas, o coração batia-me; cheguei a pensar na fuga; mas era confessar o crime, e, ao contrário, urgia fazer desaparecer os vestígios dele. Fui até a cama; vi o cadáver, com os olhos arregalados e a boca aberta, como deixando passar a eterna palavra dos séculos: "Caim, que fizeste de teu irmão?" Vi no pescoço o sinal das minhas unhas; abotoei alto a camisa e cheguei ao queixo a ponta do lençol. Em seguida, chamei um escravo, disse-lhe que o coronel amanhecera morto; mandei recado ao vigário e ao médico.
A primeira idéia foi retirar-me logo cedo, a pretexto de ter meu irmão doente, e, na verdade, recebera carta dele, alguns dias antes, dizendo-me que se sentia mal. Mas adverti que a retirada imediata poderia fazer despertar suspeitas, e fiquei. Eu mesmo amortalhei o cadáver, com o auxílio de um preto velho e míope. Não saí da sala mortuária; tinha medo de que descobrissem alguma coisa. Queria ver no rosto dos outros se desconfiavam; mas não ousava fitar ninguém. Tudo me dava impaciências: os passos de ladrão com que entravam na sala, os cochichos, as cerimônias e as rezas do vigário. Vindo a hora, fechei o caixão, com as mãos trêmulas, tão trêmulas que uma pessoa, que reparou nelas, disse a outra com piedade:
- Coitado do Procópio! apesar do que padeceu, está muito sentido.
Pareceu-me ironia; estava ansioso por ver tudo acabado. Saímos à rua. A passagem da meia-escuridão da casa para a claridade da rua deu-me grande abalo; receei que fosse então impossível ocultar o crime. Meti os olhos no chão, e fui andando. Quando tudo acabou, respirei. Estava em paz com os homens. Não o estava com a consciência, e as primeiras noites foram naturalmente de desassossego e aflição. Não é preciso dizer que vim logo para o Rio de Janeiro, nem que vivi aqui aterrado, embora longe do crime; não ria, falava pouco, mal comia, tinha alucinações, pesadelos...
- Deixa lá o outro que morreu, diziam-me. Não é caso para tanta melancolia.
E eu aproveitava a ilusão, fazendo muitos elogios ao morto, chamando-lhe boa criatura, impertinente, é verdade, mas um coração de ouro. E, elogiando, convencia-me também, ao menos por alguns instantes. Outro fenômeno interessante, e que talvez lhe possa aproveitar, é que, não sendo religioso, mandei dizer uma missa pelo eterno descanso do coronel, na igreja do Sacramento. Não fiz convites, não disse nada a ninguém; fui ouvi-la, sozinho, e estive de joelhos todo o tempo, persignando-me a miúdo. Dobrei a espórtula do padre, e distribuí esmolas à porta, tudo por intenção do finado. Não queria embair os homens; a prova é que fui só. Para completar este ponto, acrescentarei que nunca aludia ao coronel, que não dissesse: "Deus lhe fale n'alma!" E contava dele algumas anedotas alegres, rompantes engraçados...
Sete dias depois de chegar ao Rio de Janeiro, recebi a carta do vigário, que lhe mostrei, dizendo-me que fora achado o testamento do coronel, e que eu era o herdeiro universal. Imagine o meu pasmo. Pareceu-me que lia mal, fui a meu irmão, fui aos amigos; todos leram a mesma coisa. Estava escrito; era eu o herdeiro universal do coronel. Cheguei a supor que fosse uma cilada; mas adverti logo que havia outros meios de capturar-me, se o crime estivesse descoberto. Demais, eu conhecia a probidade do vigário, que não se prestaria a ser instrumento. Reli a carta, cinco, dez, muitas vezes; lá estava a notícia.
- Quanto tinha ele? perguntava-me meu irmão.
- Não sei, mas era rico.
- Realmente, provou que era teu amigo.
- Era... Era...
Assim, por uma ironia da sorte, os bens do coronel vinham parar às minhas mãos. Cogitei em recusar a herança. Parecia-me odioso receber um vintém do tal espólio; era pior do que fazer-me esbirro alugado. Pensei nisso três dias, e esbarrava sempre na consideração de que a recusa podia fazer desconfiar alguma coisa. No fim dos três dias, assentei num meio-termo; receberia a herança e dá-la-ia toda, aos bocados e às escondidas. Não era só escrúpulo; era também o modo de resgatar o crime por um ato de virtude; pareceu-me que ficava assim de contas saldas.
Preparei-me e segui para a vila. Em caminho, à proporção que me ia aproximando, recordava o triste sucesso; as cercanias da vila tinham um aspecto de tragédia, e a sombra do coronel parecia-me surgir de cada lado. A imaginação ia reproduzindo as palavras, os gestos, toda a noite horrenda do crime...
Crime ou luta? Realmente, foi uma luta em que eu, atacado, defendi-me, e na defesa... Foi uma luta desgraçada, uma fatalidade. Fixei-me nessa idéia. E balanceava os agravos, punha no ativo as pancadas, as injúrias... Não era culpa do coronel, bem o sabia, era da moléstia, que o tornava assim rabugento e até mau... Mas eu perdoava tudo, tudo... O pior foi a fatalidade daquela noite... Considerei também que o coronel não podia viver muito mais; estava por pouco; ele mesmo o sentia e dizia. Viveria quanto? Duas semanas, ou uma; pode ser até que menos. Já não era vida, era um molambo de vida, se isto mesmo se podia chamar ao padecer contínuo do pobre homem... E quem sabe mesmo se a luta e a morte não foram apenas coincidentes? Podia ser, era até o mais provável; não foi outra coisa. Fixei-me também nessa idéia...
Perto da vila apertou-se-me o coração, e quis recuar; mas dominei- me e fui. Receberam-me com parabéns. O vigário disse-me as disposições do testamento, os legados pios, e de caminho ia louvando a mansidão cristã e o zelo com que eu servira ao coronel, que, apesar de áspero e duro, soube ser grato.
- Sem dúvida, dizia eu olhando para outra parte.
Estava atordoado. Toda a gente me elogiava a dedicação e a paciência. As primeiras necessidades do inventário detiveram-me algum tempo na vila. Constituí advogado; as coisas correram placidamente. Durante esse tempo, falava muita vez do coronel. Vinham contar-me coisas dele, mas sem a moderação do padre; eu defendia-o, apontava algumas virtudes, era austero...
- Qual austero! Já morreu, acabou; mas era o diabo.
E referiam-me casos duros, ações perversas, algumas extraordinárias. Quer que lhe diga? Eu, a princípio, ia ouvindo cheio de curiosidade; depois, entrou-me no coração um singular prazer, que eu, sinceramente buscava expelir. E defendia o coronel, explicava-o, atribuía alguma coisa às rivalidades locais; confessava, sim, que era um pouco violento... Um pouco? Era uma cobra assanhada, interrompia-me o barbeiro; e todos, o coletor, o boticário, o escrivão, todos diziam a mesma coisa; e vinham outras anedotas, vinha toda a vida do defunto. Os velhos lembravam-se das crueldades dele, em menino. E o prazer íntimo, calado, insidioso, crescia dentro de mim, espécie de tênia moral, que por mais que a arrancasse aos pedaços, recompunha-se logo e ia ficando.
As obrigações do inventário distraíram-me; e por outro lado a opinião da vila era tão contrária ao coronel, que a vista dos lugares foi perdendo para mim a feição tenebrosa que a princípio achei neles. Entrando na posse da herança, converti-a em títulos e dinheiro. Eram então passados muitos meses, e a idéia de distribuí-la toda em esmolas e donativos pios não me dominou como da primeira vez; achei mesmo que era afetação. Restringi o plano primitivo; distribuí alguma coisa aos pobres, dei à matriz da vila uns paramentos novos, fiz uma esmola à Santa Casa da Misericórdia, etc.: ao todo trinta e dois contos. Mandei também levantar um túmulo ao coronel, todo de mármore, obra de um napolitano, que aqui esteve até 1866, e foi morrer, creio eu, no Paraguai.
Os anos foram andando, a memória tornou-se cinzenta e desmaiada. Penso às vezes no coronel, mas sem os terrores dos primeiros dias. Todos os médicos a quem contei as moléstias dele, foram acordes em que a morte era certa, e só se admiravam de ter resistido tanto tempo. Pode ser que eu, involuntariamente, exagerasse a descrição que então lhes fiz; mas a verdade é que ele devia morrer, ainda que não fosse aquela fatalidade...
Adeus, meu caro senhor. Se achar que esses apontamentos valem alguma coisa, pague-me também com um túmulo de mármore, ao qual dará por epitáfio esta emenda que faço aqui ao divino sermão da montanha: "Bem-aventurados os que possuem, porque eles serão consolados."

Fonte: Contos Consagrados - Machado de Assis - Coleção Prestigio - Ediouro - s/d.


http://www.biblio.com.br/defaultz.asp?link=http://www.biblio.com.br/conteudo/MachadodeAssis/oenfermeiro.htm

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

SUCO DE CENOURA COM LARANJA



Ingredientes:
1 - Cenoura
4 - Laranjas
600 ml de água

Limpe a  cenoura e corte em pedaços.
Esprema as 4 laranjas.
Coloque tudo no liquidificador e bata.
Pronto e só servir.
O suco rende 3 porções  -  cada porção 200 ml.

Espero que gostem da dica.
Bjs.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

SAÚDE AMPLIA VACINAÇÃO DE HPV PARA HOMENS E MULHERES 26 ANOS


Homens e mulheres, entre 15 e 26 anos, também poderão receber a vacina de HPV pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida tem caráter temporário e foi aprovada nesta quinta-feira (17), em Brasília (DF), durante a reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), composta por representantes do governo federal, estados e municípios. A iniciativa, válida a partir desta sexta-feira (18), será para os municípios que ainda tenham vacinas em estoque, com prazo de validade até setembro de 2017. Com o fim dos estoques a vencer, a orientação do Ministério da Saúde é que a vacina continue sendo administrada apenas no público-alvo (9 a 15 anos).
A iniciativa tem como objetivo evitar um possível desperdício de doses que permaneçam nos estoques dos municípios. “Temos realizado, anualmente, campanhas de divulgação na mídia sobre a importância da vacina HPV e vários materiais educativos foram elaborados com esse objetivo. Apesar de todos esses esforços, no entanto, as coberturas vacinais continuam abaixo da meta preconizada de 80%. Isso se dá porque a vacinação na adolescência tem uma série de dificuldades, como a resistência desse grupo etário de buscar uma unidade de saúde, especialmente para vacinar-se e o baixo conhecimento sobre a importância da vacinação”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.
Para a faixa etária de 15 a 26 anos, a orientação do Ministério da Saúde é o esquema vacinal com três doses, com intervalo de zero, dois e seis meses. As pessoas que tomarem a primeira dose neste período, excepcionalmente, terão as duas doses subsequentes garantidas no SUS. A recomendação é que os municípios utilizem as vacinas com prazos de validade a expirar até que durem esses estoques, evitando as perdas e dando a oportunidade para que essas outras faixas etárias possam usufruir dos benefícios proporcionados pela vacina.
O Ministério da Saúde repassa mensalmente as vacinas aos estados, conforme solicitação local. Os estados, por sua vez, são responsáveis por distribuir as doses aos municípios para garantir a vacinação da população. Cabe ressaltar que o Ministério da Saúde recebe vacinas e medicamentos com o máximo de seis meses de fabricação. Vale destacar ainda que, do estoque nacional, nenhum lote tem vencimento para este ano.
VACINAÇÃO DE ROTINA A rotina de uso desta vacina no público-alvo, que é para meninos na faixa etária de 11 a 13 anos e meninas de 9 a 14 anos, deve ser mantida com duas doses, sendo aplicada com intervalo de seis meses entre elas. A vacina HPV Quadrivalente é segura, eficaz e é a principal forma de prevenção contra o aparecimento do câncer do colo de útero, 4ª maior causa de morte entre as mulheres no Brasil. Nos homens protege contra os cânceres de pênis, orofaringe e ânus. Além disso, previne mais de 98% das verrugas genitais, doença estigmatizante e de difícil tratamento.
“É importante que os municípios continuem realizado todos os esforços de realizar estratégias de vacinação visando a meta de 80% para os grupos alvos definidos para receberem a vacina HPV, que são os meninos de 11 a 14 anos, meninas de 9 a 14 anos, homens e mulheres de 9 a 26 anos, vivendo com HIV/Aids”, ressalta a coordenadora substituta do Programa Nacional de Imunização (PNI), Ana Goretti Maranhão.
Também fazem parte do público-alvo da vacina os transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos de 9 a 26 anos. Os serviços que atendem essa população devem ofertar a vacina HPV na rotina de trabalho.
BALANÇO – Desde o início da vacinação, em 2014, até junho deste ano, foram aplicadas 18 milhões de doses na população feminina de todo o país. Na faixa etária de 9 a 15 anos, no mesmo período, foram imunizadas, com a primeira dose, 10,7 milhões de meninas, o que corresponde a 74,7% do total de brasileiras nesta faixa etária. Receberam o esquema vacinal completo, de duas doses, recomendado pelo Ministério da Saúde, 7,1 milhões de meninas, o que corresponde a 47% do público-alvo.
Já em relação aos meninos, de janeiro a junho deste ano, 853.920 mil adolescentes de 12 a 13 anos se vacinaram com a primeira dose da vacina de HPV, o que corresponde a 23,6% dos 3,61 milhões de meninos nessa faixa etária que devem se imunizar.
AÇÕES Desde 2014, época da inclusão da vacina HPV no Calendário Nacional de Imunização, o Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, vem realizando ações voltadas para o alcance das metas de coberturas vacinais (80%) na população alvo. Para isso, estão sendo realizadas parcerias com as sociedades científicas e trabalho conjunto as igrejas, organizações não-governamentais e com a mídia. O objetivo é esclarecer sobre o HPV como problema de saúde pública no país e a importância da vacinação, como a mais relevante estratégia para prevenção dos cânceres de colo uterino, vulva, pênis, anus e orofaringe. Além disso, o programa Saúde na Escola, parceria conjunta dos Ministérios da Saúde e Educação, tem como um dos seus objetivos facilitar a vacinação contra o HPV em ambiente escolar.
Por Nivaldo Coelho, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580/2351/2745
Fonte: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/29280-saude-amplia-vacinacao-de-hpv-para-homens-e-mulheres-ate-26-anos

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

COUVE-FLOR



Os benefícios que a couve-flor oferece são a perda de peso, sensação de saciedade devido às suas fibras, prevenção contra o câncer, melhora no sistema digestivo, melhora da memória, entre outros. Confira abaixo, mais detalhadamente, dez de seus benefícios mais impressionantes:

Previne alguns tipos de câncer

A couve-flor contém antioxidantes que ajudam a prevenir mutações celulares e a reduzir o efeito dos radicais livres. Um deles é o indol-3-carbinol ou I3C, que é encontrado nos vegetais da família crucífera, e segundo diversos estudos, foi apontado como capaz de reduzir quatro tipos de câncer: de mama, endomentrial, cervical e de próstata.
Estudos recentes mostram que alimentos que contém o sulforafano, um composto de enxofre, são potenciais aliados contra o câncer, especialmente melanoma, câncer de esôfago, de próstata e pâncreas. A substância é o que dá aos vegetais crucíferos o sabor amargo e tem sido estudada com a função de matar células tronco cancerosas, atrasando assim o crescimento de tumores.

2. Melhora a saúde do coração

O sulforafano presente na couve-flor e em outros vegetais crucíferos também foi estudado como capaz de melhorar a saúde do coração. A substância tem capacidade de aumentar as defesas antioxidantes e as proteínas detoxificadoras intracelulares, assim protege os vasos sanguíneos e reduz os danos causados às células pelo excesso de açúcar. Um estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul pesquisou os efeitos do sulforafano no remodelamento cardíaco pós-infarto do miocárdio.

3. É anti-inflamatória

A couve-flor tem um grande número de nutrientes anti-inflamatórios. Eles atuam em nível celular, prevenindo as respostas inflamatórias desde o início. Ela atua na regulação do sistema imune e inflamação, diminuindo assim o risco de doenças relacionadas, como doença cardiovascular, diabetes, cancro, e obesidade.

4. É rica em vitaminas e minerais

Muitas vezes, com alimentações rápidas no dia a dia, não ingerimos a quantidade de nutrientes necessários, gerando uma carência que acaba sendo compensada com polivitamínicos. Comer regularmente couve-flor é uma maneira simples de obter esses nutrientes tão necessários para seu corpo. Por exemplo: uma porção de couve-flor contém 77% do valor diário recomendado de vitamina C. É também uma boa fonte de potássio, proteína, tiamina, riboflavina, niacina, magnésio, fósforo, fibras, vitamina B6, ácido fólico, ácido pantotênico e manganês.

5. Impulsiona sua saúde cerebral

A couve-flor é uma boa fonte de colina, uma vitamina, muito importante e versátil, conhecida pelo seu papel no desenvolvimento do cérebro. A ingestão de colina ajuda no sono, na aprendizagem e na memória. A  substância também ajuda a manter a estrutura das membranas celulares, auxilia na transmissão de impulsos nervosos e auxilia na absorção de gordura.

6. Ajuda na desintoxicação

Couve-flor ajuda a capacidade do seu corpo de se desintoxicar. Ela têm substâncias que ajudam o físico a excretar as toxinas. Contém glicosinatos e tiocinatos que aumentam a capacidade do fígado de neutralizar substâncias tóxicas, além de outras enzimas que ajudam na desintoxicação como a redutase quinonaglutationa transferase e a gluronosil  transferase.
7. Proporciona benefícios digestivos

A couve-flor é rica em fibras e em teor de água, por isso ajuda a prevenir a constipação, a manter um sistema digestivo saudável e assim diminuir o risco de câncer de cólon. Além disso, o sulforafano ajuda a proteger o revestimento do estômago e impede o crescimento excessivo de bactérias Helicobacter pylori, que causam distúrbios estomacais.

8. Tem antioxidantes e fitonutrientes

Comer couve-flor irá te garantir a ingestão de muitos antioxidantes e fitonutrientes. Vitamina C, beta-caroteno, kaempferol, a quercetina, rutina, ácido cinâmico, e muito mais.
Se você consumir esses micronutrientes, seu corpo será capaz de resistir ao envelhecimento causado peala exposição a poluentes, ao estresse crônico e muito mais. Não ter uma dieta rica nesses nutrientes que combatem os radicais livres pode resultar em danos, como lesões de órgãos

9. Deixa os ossos fortes

O alimento é rico em vitamina K. Estudos associam a baixa ingestão de vitamina K com um maior risco de fratura de osso e osteoporose. Um consumo adequado da vitamina melhora a saúde de seus osso pois melhora a absorção de cálcio e reduz a excreção urinária de cálcio.

10. Favorece o emagrecimento

Assim como outros alimentos riscos em fibras, a couve-flor proporciona a sensação de saciedade. Assim ela evita beliscadas fora de hora e é aliada no emagrecimento. Além disso, o alimento tem baixíssima quantidade de calorias; em 100 gramas de couve-flor cozida existem apenas 25 calorias.

domingo, 20 de agosto de 2017

MODO DE PREPARO DE GRÃO DE BICO

Mode preparo:
1- Deixe o grão-de-bico de molho de um dia para outro.
2- Descarte a água e coloque o  grão -de -bico na panela de pressão com 3 copos de água.
3- Quando a panela começar a apitar, marque de 25 a 30 minutos e desligue o fogo.
4- Espere a pressão da panela sair completamente.
5- Jogue a água fora e reserve o grão de bico.

6- Aqueça com um fio de azeite em uma panela e refogue cebola e algo.
7-Em seguida acresce os legumes picados e cozinhe.
8-Cozinhe até que os legumes esteja ao seu gosto.
9-Coloque o grão-de-bico, adicione sal a gosto e misture bem.
10- Sirva ainda quente ou em salada.

Fonte: http://m.tudogostoso.com.br/receita/163101-grao-de-bico-com-legumes.html

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

PLANTAS MEDICINAIS PROIBIDAS DURANTE A GRAVIDEZ

Alguns chás que a grávida e também as mulheres que estão tentando engravidar não podem tomar ou devem evitar são:



  • Chá de boldo;
  • Chá de babosa;
  • Chá de calêndula;
  • Chá de erva de gato;
  • Chá de hortelã;
  • Chá de barbatimão;
  • Chá de orégano;
  • Chá de arruda;
  • Chá de quebra-pedra;
  • Chá de arnica;
  • Chá de alecrim;
  • Chá de eucalipto;
  • Chá de cânfora;
  • Chá de feno-grego;
  • Chá de unha-de-gato;
  • Chá de castanha da índia;
  • Chá de canela;
  • Chá de mil-folhas;
  • Chá de espinheira-santa;
  • Chá de tomilho;
  • Chá de sene;
  • Chá de Sálvia;
  • Chá de cavalinha;
  • Chá de verbena;
  • Chá de capim-limão;
  • Chá de zimbro;
  • Chá de rosa de damasco; 
  • Chá de losna;
  • Chá de raiz de angélica;
Fonte: 



CHÁ DE SENE




Para que serve o chá de sene?

Os benefícios do chá de sene estão relacionados ao sistema digestivo, ou seja, agem diretamente no estômago, intestino e demais órgãos que o compõe. Ele é tradicionalmente conhecido como um laxante natural, combatendo a prisão de ventre e ajudando na eliminação de gases.

Se você sofre desse mal, pode recorrer ao chá de sene com esse objetivo. Porém, os efeitos não surgem imediatamente, sendo necessário esperar até  10 horas para o intestino começar a funcionar. Isso acontece porque ele irrita as paredes do intestino, fazendo-o trabalhar mais e acelerar o processo de expulsão das fezes. Além disso, ele inibe a absorção de água pelo organismo, fazendo -o trabalhar mais e acelerar o processo de expulsão das fezes. Além disso, ele inibe a absorção de água pelo organismo, fazendo com que o bolo fecal esteja úmido e mais fácil de ser eliminado. 

E o chá sene realmente emagrece?


SIM! Além de agir contra a prisão de ventre, algumas pesquisas comprovaram que o sene é capaz de evitar a absorção de gordura. Porém, não adiante tomar o chá de sene sem seguir uma dieta de baixas calorias e praticar atividades físicas, ou seja, o chá funciona apenas como um auxílio no emagrecimento.


Fonte: http://chasbrasil.com/cha-de-sene/

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

PERNAMBUCO TERÁ FÁBRICA DE FATOR VIII RECOMBINANTE


Por orientação do presidente da República, Michel Temer, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, reuniu-se, nesta terça-feira (15), em Brasília (DF), com os ministros pernambucanos do Governo Federal: Mendonça Filho (Educação), Bruno Araújo (Cidades), Fernando Coelho Filho (Minas e Energia) e Raul Jungmann (Defesa) para tratar do projeto da Hemobrás. Após o encontro, o Ministério da Saúde anunciou que fará negociações com os investidores detentores de tecnologia para iniciar a construção de uma fábrica de Fator VIII recombinante, no complexo de Goiana, em Pernambuco.
Após a notificação do Ministério da Saúde, a empresa Shire aumentou a proposta de investimento anteriormente apresentada a Hemobrás, em Pernambuco, de US$ 30 milhões para US$ 300 milhões para construir uma fábrica de Fator VIII recombinante, no complexo de Goiana (PE).

A construção da fábrica era uma obrigação não cumprida pela Hemobrás. Em função das negociações iniciadas pelo Ministério da Saúde, a empresa Shire apresentou nova proposta, com novos investimentos privados. Em razão da crise fiscal do país, a busca do Ministério da Saúde é realizar investimentos sem novos recursos públicos para esta finalidade, arcando somente com a compra centralizada de hemoderivados.
Provocada pela proposta da Octapharma para a construção de fábrica no Brasil, a empresa Shire se manifestou interessada em realizar investimentos e manter a Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com a Hemobrás.
A conclusão de fábrica para fracionamento de plasma humano, que está inacabada no complexo de Goiana (PE) e que também requer investimento privado, será objeto de outra negociação, uma vez que não está contemplada na proposta da Shire.
Fonte: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/29266-pernambuco-tera-fabrica-de-fator-viii-recombinante

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O MELHOR ANTÍDOTO PARA A VIOLÊNCIA É O RESPEITO

Nos últimos dois meses, o Cofen tratou em suas redes sociais de um tema de extrema importância e urgência, não só para os profissionais de enfermagem, mas para todas as áreas da saúde. Falamos sobre a violência sofrida nos ambientes de trabalho, em todos os seus níveis e em todas as situações.
Com a campanha #RESPEITONAVEIA, buscamos o diálogo para discutir sobre o tema com os nossos profissionais e com todas as pessoas que quiseram colocar suas ideias, suas experiências.
Esse diálogo não termina com a campanha, estará sempre em pauta. Estará sempre em nosso radar para descobrir os casos, buscar soluções e, acima de tudo, coibir esse comportamento onde quer que ele aconteça.
É importante que os profissionais continuem participando, como fizeram na campanha. Que compartilhem com os Conselhos Regionais e com o Cofen as experiências, seus sentimentos, e que possamos ser parceiros no dia-a-dia.
Somos milhões de profissionais, estamos em todos os momentos de um atendimento – do acolhimento ao paciente quando chega ao hospital, a unidade básica de saúde, ou a uma emergência, até quando recebe alta, curado e medicado. E é durante esse percurso que acontecem a maioria dos casos de violência e desrespeito aos nossos profissionais.
São nesses momentos que o próprio profissional pode também descontrolar-se, cometer um erro. E são esses deslizes, de um lado e de outro, que temos que ser capazes de evitar, corrigir, até banir de vez do nosso cotidiano.
Ficamos felizes com tamanha participação em nossos canais digitais durante a campanha. Foram milhares deinterações, com os quais tivemos a oportunidade de esclarecer dúvidas, atender reivindicações, promover debates e, principalmente, incentivar que nossos profissionais participem e se engajem, cada vez mais, em nossas campanhas e projetos.
A intenção foi mesmo promover esse debate para buscar uma conscientização maior das pessoas sobre a importância do respeito no ambiente do profissional de enfermagem, com o intuito de alertar os profissionais e a população contra a violência. Também buscamos com a campanha valorizar os nossos profissionais, destacando o seu papel fundamental nas equipes de saúde e no dia a dia dos pacientes e familiares.
A denúncia sobre casos de violência é muito importante para que possamos agir. É papel dos Conselhos Regionais e do Cofen a apuração dos fatos e a defesa da categoria. Diversas insatisfações foram recebidas e encaminhadas aos respectivos Corens, que tiveram a oportunidade de responder esses usuários. E queremos que esse diálogo franco, aberto faça parte de nossa relação com os profissionais. Corrigir os erros, reconhecer os acertos e descobrir juntos novos caminhos, novas ações.
O trabalho da enfermagem quase sempre é realizado em ambientes tensos e precários. Lidamos com o imprevisível, pois tratamos de gente. Pessoas com dor, com perdas, com medo. Tratamos da vida, sempre querendo vencer a doença, curar a ferida, estancar a dor. Somos treinados para isso. Sabemos usar as palavras e os instrumentos do nosso trabalho. Mas não somos treinados para o desrespeito. Não precisamos passar por situações constrangedoras e até mesmo de risco.  Podemos e devemos evitar esses momentos.
Nosso mais eficaz antidoto para a violência é o respeito. E é pautado no respeito que queremos prosseguir com nosso trabalho, elaborando projetos, programas e campanhas que valorizem nossos profissionais e que possam contar com a sua participação e parceria.

MANOEL NERI
Presidente do Cofen

Fonte: Ascom - Cofen


terça-feira, 15 de agosto de 2017

15 DE AGOSTO - DIA DA GESTANTE


Parabéns a todas as futuras mamães!
Que Deus abençoe sua vida !


RESOLUÇÃO REGULAMENTA ATUAÇÃO DE ENFERMEIRO FLORENCE

A plenária do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) aprovou, nesta segunda-feira (14/8), resolução regulamentando áreas de atuação dos enfermeiros forenses no Brasil.
“Trata-se uma área de atuação relativamente recente da Enfermagem, que teve início nos Estados Unidos, na década de 1990, e traz uma atenção qualificada, fazendo a ponte entre as ciências forenses e a área de Saúde”, explica a vice-presidente do Cofen, Irene Ferreira, coordenadora do GT responsável pela minuta de resolução.


A Enfermagem forense presta assistência especializada a vítimas dos mais variados tipos de violência, familiares e aos agressores. Os profissionais devem estar preparados para lidar com os traumas físicos, psicológicos e sociais de cada caso, desastre de massa ou missão humanitária. Além disso, devem dominar o conhecimento sobre os sistemas legais, recolher provas, prestar depoimentos em tribunais. A especialidade é reconhecida no Brasil desde 2011 (Resolução 389/11).
A nova resolução estabelece como enfermeiro forense “o bacharel em Enfermagem, portador do título de especialização, mestrado ou doutorado em enfermagem forense emitido por Instituição de Ensino Superior (IES) reconhecida pelo MEC, ou concedido por Sociedades, Associações ou Colégios de Especialistas, registrado no âmbito do Sistema Cofen/Corens, de acordo com a Resolução Cofen 389/2011” e lista áreas de competência, incluindo atenção a vítimas de violência, desastres de massa, sistema prisional e psiquiátrico, entre outros.
Fonte: Ascom - Cofen

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

INDICAÇÕES DA POMADA MINANCORA









Indicações: 

A pomada minancora é destinada para tratamento de doenças de pele como: espinhas, frieiras, escaras e ainda como coadjuvante no tratamento de picadas de insetos, urticárias e pequenos ferimentos superficiais inclusive os ocasionados pelo barbear, previne odores desagradáveis das axilas e dos pés e o ressecamento da pele.


RECEITA DE SAL COM ERVAS


(imagem do google)




Ingredientes

1 pacote de Salsa desidratada
1 pacote de Cebolinha desidratada
1 pacote de Orégano
1 pacote de Manjericão
100 gramas de sal 

Modo de Preparo

A receita dura 20 dias. Bata tudo no liquidificador.
 Guarde em pote bem fechado.
Você pode usar a erva de sua preferencia.







sábado, 12 de agosto de 2017

CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE



  • O Cartão Nacional de Saúde é um instrumento que possibilita a vinculação dos procedimentos executados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ao usuário, ao profissional que os realizou e também à unidade de saúde onde foram realizados. Para tanto, é necessária a construção de cadastros de usuários, de profissionais de saúde e de unidades de saúde. A partir desses cadastros, os usuários do SUS e os profissionais de saúde recebem um número nacional de identificação.
option=com_content&view=article&id=9308&catid=262&Itemid=187" style="color: #333333; outline: none 0px; text-decoration-line: none;" title="Portarias">Portarias / Normas e Procedimentos / Downloads
  • Fonte: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/sgep/cartao-nacional-de-saude
  • sexta-feira, 11 de agosto de 2017

    BALA DE HIBISCO


    Ingredientes:
    2 colheres de sopa de hibisco
    500 ml de água
    2 pacotes de gelatina incolor

     Modo de Preparo:

    Deixe o hibisco em infusão em 450 ml de água quente por cinco minutos e coe. Dissolva a gelatina em 50 ml de água em temperatura ambiente. Misture a gelatina no chá e adoce a gosto. 
    Coloque em um refratário e leve à geladeira por 2 a 3 horas. Depois de passar esse tempo, corte em quadradinhos pequenos. 

    Fonte: http://www.bonde.com.br/gastronomia/culinaria-light/bala-de-hibisco-vai-te-ajudar-a-matar-a-vontade-de-comer-doce-nos-dias-de-dieta-423196.html

    quinta-feira, 10 de agosto de 2017

    FIQUE DE OLHO NO COLESTEROL ALTO.






    O Dia Mundial de Combate ao colesterol é comemorado no dia 8 de agosto. A hipercolesterolemia - aumento da concentração de colesterol no sangue - é um fator de risco que facilita o surgimento de várias doenças cardiovasculares como arteriosclerose, isquemia cerebral, infartos e derrames. 


    Dicas para fugir do colesterol alto

    • Atividade física - Exercícios regulares "queimam" gordura acumulada no organismo e baixam o nível do colesterol.
    • Evite a gordura - Consumo diário didentificar e carne vermelha (característica de muitos brasileiros) aumenta o risco.Carnes com muita gordura, pele de frango e frituras também devem ser evitados.
    • Alimentação saudável - Hábitos alimentares saudáveis ajudam a regular o colesterol. Consuma alimentos in natura e minimamente processados como cereais integrais, frutas, legumes e verduras.
    • Fuja do tabagismo - O fumo potencializa os riscos de doenças cardiovasculares.
    • Acompanhamento de profissionais de saúde - O acompanhamento de profissionais de saúde ajuda a identificar fatores de risco e auxiliam no controle do colesterol alto.

    Fonte: http://saudebrasilportal.com.br/eu-quero-me-alimentar-melhor/destaques/1098-fique-de-olho-no-colesterol-alto-saiba-como-evitar-o-problema