quarta-feira, 31 de agosto de 2016

ÁCIDO SALICÍLICO (AAS)


Apresentação: comprimidos de 100 mg e 500 mg.

Mecanismo de ação: o mecanismo de ação antitrombótica do ácido acetilsalicílico é o resultado da inibição da ciclo-oxigena-se, que inibe a síntese da tromboxona A, com a consequente diminuição da capacidade de agregação das plaquetas.

Nível Sanguíneo: 25 a 40 minutos.

Eliminação: 15 a 20 minutos.

Indicação: angina pectoris instável, profilaxia do IAM e após cirurgia arterial: dose diária 100 mg a 300 mg.
IAM: 100 mg/dia a 160 mg/dia.
AVC: 30 mg/dia a 300 mg/dia.
Trombose do vasos coronarianos: 100 mg/dia a 1.200 mg/dia.
Trombose venosa e embolia pulmonar: 1.000 mg/dia a 1.500 mg/dia.

Contraindicação: contraindicado para paciente com úlcera GI, sangramento GI, hipersensibilidade à aspirina, crinaça e adolescente com varicela. Use cuidadosamente em paciente com disfunção renal, hipoprotrombinemia, deficiência de vitamina K, asmático. Deve ser evitado durante a gravidez. Pode aumentar o risco de hemorragia na mãe e no feto. Pode causar defeito congênito no coração e outras malformações. Devido à associação epidemiológica com a síndrome de Reye, o centro de controle e prevenção de doenças norte americano, recomenda não usar em criança e adolescente com varicela.

Cuidados de Enfermagem:
  • Oriente o paciente para não interromper o tratamento medicamentoso,mesmo que se sinta melhor.
  • Oriente o paciente que está recebendo ácido salicílico por longo tempo para que observe petéquias,sangramento na gengiva, sangramento no trato GI. Oriente o uso de escova de dentes macia e uma boa ingesta hídrica.
  • Zumbido pode ocorrer se os níveis no plasma estiverem altos.

Referência bibliográfica: 
Goldenzwaig, Nelma Rodrigues Soares Choiet; Administração de medicamentos na enfermagem; 9 .ed.; Rio de Janeiro; Guanabara Koogan,2010.


terça-feira, 30 de agosto de 2016

ARTETERAPIA NA SAÚDE



A Arteterapia é uma modalidade terapêutica, que se utiliza das diferentes modalidades expressivas (dança, música, teatro, literatura aliadas às artes plásticas), como possibilidades de expressão, comunicação e resgate do potencial criativo. Utilizando-se dos diferentes materiais plásticos aliados às técnicas de artes, como o desenho, a modelagem, a pintura, a colagem, a conteúdos simbólicos.
O objetivo da Arteterapia é resgatar, desenvolver e ampliar o potencial criativo do sujeito, por meio do processo terapêutico, tendo a arte como fator fundamental do seu caráter e do seu existir (aplicada a qualquer faixa etária, da criança ao idoso).  

De acordo com Philippini (2004), conceituar Arteterapia torna-se uma árdua tarefa, pois existem muitas formas de faze-lo e, também,porque o lugar onde se inscreve este campo do conhecimento é convergência de muitos saberes. Para ela, uma das formas de descrever o que é Arteterapia será considerá-la como um processo terapêutico, que ocorre por meio da utilização de modalidades expressivas diversas. Essas atividades representarão uma produção simbólica e concretizada em inúmeras possibilidades plásticas, diversas cores, formas, volumes etc. Esta materialidade permite o conforto e, gradualmente, a atribuição de significados às informações provenientes de níveis muito profundos da psique, que pouco a pouco serão aprendidas pelas consciência. Pode-se considerar assim a Arteterapia como um criativo território terapêutico, onde confluem distintos campos de conhecimento, onde se podem gestar novas e livres formas de expressão as quais, por meio da arte de cada um, é possível contribuir para construir e reconstruir a subjetividade.

Para Urrutigaray (2003), a Arteterapia consiste em possibilitar que a emergência de uma imagem imaginada se transforme em imagem criada, a partir da utilização de materiais plásticos, que cedem sua flexibilidade e sua maleabilidade a quem os utiliza para expressar seus conteúdos íntimos. A experiência do trabalho com Arteterapia proporciona a possibilidade de reconstrução e de integração de uma personalidade. Contribuindo como procedimento prático e apoiada em um referencial teórico de suporte, permite a aquisição da autonomia, como objetivo ou menta para melhora da vida humana.

Ciornai (2004) acredita que a Arteterapia cuida da pessoa humana em sua totalidade e em sua essência mais profunda, integrando as áreas básicas do homem (neurológica, cognitiva, afetiva e e emocional) e promovendo o aprimoramento das funções egóicas (percepção, atenção,memória, pensamento, capacidade de previsão, exploração, execução,controle de ação).

Valadares e Fussi ( apud PHILIPPINI, 2004) afirmam que o processo de estímulo à criatividade permite aos clientes a expressão e a comunicação de ideias e emoções, possibilitando o aumento de autoestima e a expansão emocional, diminuindo sua ansiedade.

De acordo com Christo (2005), Arteterapia é um processo do qual as imagens são o guia em que as técnicas são facilitadoras do surgimento dos símbolos pessoais. 


Referência: 
Porto, Olívia; Psicopedagogia hospitalar: intermediando a humanização na Saúde; Rio de Janeiro: Wak ED. 2008.

CAIXA DE MDF PARA CRIANÇA!

Estava brincando de criar mimos !

domingo, 28 de agosto de 2016

HIGIENE ORAL DA CRIANÇA HOSPITALIZADA



* É a limpeza a adequada da boca da criança após a amamentação ou alimentação, após lesões na mucosa oral ou labial e após episódios de vômitos.

* Nas crianças em jejum e/ou com sonda nasogástrica (SNG), com sonda orogástrica (SOG) ou com tubo endotraqueal, esta limpeza deve ser realizada uma vez ao turno, hidratando-se os lábios com óleo mineral ou mesmo com vaselina.

*Esse procedimento pode ser realizado com abaixador de língua envolvido em gaze, com fralda ou pano suave, com água destilada ou fervida ou ainda com alguma solução antisséptica oral de uso rotineiro da unidade.

*Nos lactentes sem dentes, a higiene deve ser realizada através da limpeza da gengiva com uma gaze embebida em água filtrada, pelo menos uma vez ao dia.

*Nas crianças com dentes, que tenha consigo, se possível sua escova de dentes e que elas mesmas realizem a escovação.

Referencias Bibliográficas:
Abe, Elza Sumiko Hojo; Azevedo, Sara Diniz Rubinsztein; Contim, Divanice; Viana, Dirce Laplaca ; Manual de Procedimentos em Pediatria; Editora Yendis; São Caetano do Sul;2006..
Collet, Neusa; Oliveira, Beatriz Rosana Gonçalves de; Viera, Cláudia Silveira; Manual de enfermagem em pediatria; AB editora; 2 ª edição; São Paulo – SP;2010.
Souza, Aspásia Gesteira; Enfermagem Neonatal Cuidado Integral ao Recém – nascido; Editora Martinari; São Paulo- SP;2011

sábado, 27 de agosto de 2016

VARÍOLA


Onde surgiu a varíola ?


  • Surgiu na Índia, sendo descrita na Ásia e na África desde antes da era cristã.
  • Já na Europa foi introduzida na era cristã.
  • Na América foi usada com uma arma biológica em período de guerras, principalmente pelos exércitos de Cortez, no México.


Descoberta da Varíola:

  • O Francês Louis Paster (1822-1895).
  • Foi o primeiro cientista a admitir que a varíola era causada por microorganismos.

(Louis Paster)


Agente Etiológico:

  • Vírus.
  • Do gênero Orthopoxvirus
  • Da subfamília Chordopoxirrinal
  • Família Poxviridae
  • é um dos únicos vírus mais resistentes, em particular aos agentes físicos externos, como as variações de temperatura.



Sinonímia:

  • A varíola é conhecida pelos seguintes nomes: No Brasil, "bexiga" para o "v.major" e "varicela" ou "alastrim" para o "v.minor".
  • Em outros países a varíola é conhecida como vera ou "varíola verdadeira" para "v.major", "alastrim", "amaas", "kafifirpox", "milkpox" para "v.minor."
  • Denomina-se varíola á moléstia aguda causada por Poxvirus variolae, um vírus específico e de características definidas.
  • A varíola ocorre sob duas formas distintas epidemiologicamente varíola major e varíola minor.

Modo de transmissão:

  • Direta: pelo contato direto com o doente, pelas gotículas de Flugge (gotículas de saliva e aerossóis).
  • Indireta: através de objetos ou roupas usadas pelo doente, dentro de enfermeiras que possam ter pacientes com varíola.
  • Na poeira dos cômodos habitados por variolosos, durante longo tempo pode ser encontrado o vírus.

Reservatório:
  • Não há reservatório animal.
  • Os seres humanos são portadores.
  • Acredita-se que no passado presume-se que o vírus tenha emergido em reservatório animal, após o primeiro assentamento de agricultores, cerca de 10 mil anos a.C, quando os aglomerados populacionais tornam-se grande suficiente para manter a transmissão de pessoa a pessoa.

Período de Incubação:

  • Geralmente fica entre sete a quinze dias após o contágio inicial. 


Sintomas:
  • Após o período de incubação do vírus a doença se manifesta clinicamente nos indivíduos parcial ou totalmente suscetíveis.
  • No período de 2 a 4 dias apresentam os seguintes sintomas:


  • Febre Alta
  • Calafrios
  •  Mialgia (dores musculares-principalmente nas costas.)
  • Cefaleia (Dor de cabeça)
  • Náuseas
  • Vômitos frequentes
  • Tosse
  • Mal estar geral 
  • Astenia (perda ou diminuição da força física.)
  • Dificuldades respiratória

* Depois de três ou quatro dias o doente se sente melhor, e em alguns dos casos os sintomas desaparecem quando se inicia a instalação das erupções.

*Nesse período surgem manchas de cor avermelhadas que invadem primeiro o rosto e depois se estendem ao pescoço, tronco e por último nas extremidades.

*As crostas se forma de 10 a 14 dias após o início da erupção, e caem entre o 14 º ao 29 º dias após o início da lesão.

*As crianças apresentam, ainda convulsões e vômitos.








Classificação das lesões:

1°estágio a mácula:Mancha rósea na pele,sem elevação.
2° estágio a pápula: Mancha rósea na pele,com elevação.
3° estágio a vesícula: Pequena bolha contendo líquido.
4°estágio a pústula: Vesícula cheia de exdutado .

5 °estágio: A crosta e a cicatrização.

Complicações:

  •       Broncopneumonia
  •      Pneumonia necrosaste
  •      Comprometimento cardíaco
  •      Conjuntivite
  •      Cegueira
  •      Úlcera de córnea
  •      Encefalite
  •      Infecção bacteriana secundária
  •      Vesículas e pústulas similares ás de pele, podem ser encontradas nas membranas das mucosas da boca, língua, nariz, faringe, traqueia e esôfago, esses tipos de lesões podem ser encontradas principalmente em pacientes que estão com forma clínicas grave da doença; essas lesões são sempre fatais.
  •  


Profilaxia:


  • Notificação obrigatória e imediata ás autoridades de vigilância sanitária.
  • Identificação dos doentes e isolamento dos doentes.
  • Tratamento imediato em unidades hospitalares especiais para doentes da varíola.
  • Quarentena e vigilância dos contaminantes.
  • Vacinação imediata em massa da população das áreas endêmicas.
  • Eliminação dos focos.


Tratamento:


  • Não há tratamento específico contra o vírus, mas existe vacina.


Descoberta da Vacina:

  • A descoberta da vacina é feita pelo médico inglês Edward Jenner no dia 14 de maio de 1976.
  • No entanto, Jenner não foi o primeiro a desenvolver um método de imunização contra a varíola.  
  • Edward Jenner retirou uma pequena quantidade de sangue das mãos de uma camponesa e inoculou em um garoto de oito anos, com o tempo, constatou-se que a criança havia se tornado imune à varíola.
  • Jenner realizou esse experimento após observar que pessoas antes infectadas com vírus da varíola bovina (bem mais branda) nunca manifestavam a varíola humana: estava descoberta a vacina contra a enfermidade.
  • Seja como for, a descoberta de Jenner mudou a história da imunologia- a própria palavra vacina vem do latim vaccinus, devacca (vaca).



Varíola no Brasil:


  •  A varíola chega ao Brasil trazidos por Africanos e Indianos com seus rostos cobertos, devido as cicatrizes em seus rostos.
  • No Brasil a varíola é referida em 1563, na ilha de Itaparica, na Bahia, disseminando-se para Salvador e causando grande números de óbitos principalmente em indígenas.
  • No ano de 1903 a varíola chega ao Rio de Janeiro.




Vacina no Brasil: 

  • Em 1804, a vacina contra a varíola chegou ao Brasil por iniciativa do Barão de Barbacena, que enviou escravos a Lisboa para serem imunizados à maneira jenneriana- os escravos retornaram e a vacinação continuou de braço em braço.
  •       Somente em 1887, e graças a Pedro Afonso Franco, na época diretor da Santa Casa de Misericórdia, é que o Brasil começou a produzir definitivamente a vacina em vitelos dentro de laboratórios próprios. 
  •     Em 1922, o Instituto Vacinológico fundado pelo próprio Barão Pedro Afonso foi transferido para o Instituto Oswaldo Cruz.
  •      Porém, o episódio histórico mais marcante ocorrido no Brasil envolvendo varíola, se deu no ano de 1904, a Revolta da Vacina.

Revolta da Vacina:

  • No ano de 1904, a falta de saneamento básico no Rio de Janeiro deixa os habitantes vulneráveis a epidemias de febre amarela, varíola e outras doenças.
  • A tensão explode quando em 1904, o governo impõe a vacinação aos moradores.
  • A raiz do problema é a reurbanização da cidade, que remove parte da população á força dos cortiços e morros centrais para bairros distantes.
  • As pessoas vão para as ruas e depredaram lojas e bondes.
  • Os militares controlaram a movimentação.


Vacina:

  • O soro da vacina é aplicada na superfície da pele do antebraço esquerdo ou direito, ou até numa das coxas.
  • No sexto dia após a vacinação forma-se uma pústula, semelhante á da verdadeira varíola.
  • Pelo oitavo dia a vesícula atinge o seu máximo e forma uma crosta que volta do décimo segundo dia cai.
  • Finalmente no vigésimo quarto dia já se observa uma cicatriz que ficará para o resto da vida.





O Fim da Varíola:

  • A vacinação em massa permitiu que o número de casos no mundo em cada ano caísse de 50 milhões em 1950, para15 milhões em 1967.
  • Em 1980 após inúmeras verificações, a Organização Mundial de Saúde (OMS) finalmente declarou a doença extinta e pediu para que os laboratórios do mundo destruíssem suas amostras de vírus.
  • O único laboratório do mundo que não destruí o vírus foi o Centro de Controle de Doenças (CDC) em Atlanta nos Estados Unidos (EUA). 
  • Depois desse período nunca mas foi diagnosticado nenhum caso de varíola.


Referências Bibliográficas:

Ângulo.Juan.Tratado de Infectologia, 3ª edição,Revista Atualizada, Editora Atheneu, São Paulo – SP, Ano 2005.
Porto; A. e Ponte,C.F: Vacinas e campanhas : imagens de uma história a ser contada. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Revolta da Vacina vol.10 (suplemento 2),2003.
www.saude.gov.br
Imagens: Google


12 DE MAIO - DIA DO ENFERMEIRO



"Escolhi os plantões, porque sei que o escuro da noite amedronta os enfermos.
 Escolhi estar presente na dor porque já estive muito perto do sofrimento.
 Escolhi servir ao próximo porque sei que todos nós um dia precisamos de ajuda.
 Escolhi o branco porque quero transmitir paz.
 Escolhi estudar métodos de trabalho porque os livros são fonte saber.
 Escolhi ser Enfermeira porque amo e respeito a vida"!


Florence Nightingale

12 DE MAIO - DIA DO ENFERMEIRO


"A Enfermagem é uma arte; e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, quanto a obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito de Deus? É uma das artes; pode-se-ia dizer, a mais bela das artes"!

Florence Nightingale


quinta-feira, 25 de agosto de 2016

ESQUISTOSSOMOSE!




Doença infecciosa parasitária provocada por vermes do gênero: Schistosoma.

Modo de transmissão: É uma doença de veiculação hídrica, cuja transmissão ocorre quando o indivíduo suscetível entra em contato com águas superficiais onde existam caramujos, hospedeiros intermediários, liberando cercárias.




(Ciclo Evolutivo do Schistosoma Mansoni)



1- O homem infectado eliminado ovos viáveis de S. mansoni por meio de fezes.
2- Quando esses ovos entram em contato com a água, rompem-se e permitem a saída da forma larvária ciliada,denominada miracídio.
3- Os miracídio penetram no caramujo, onde se multiplicam, entre quatro a seis semanas.
4- O período de vida nda cercárias é de aproximadamente dois dias. As cercárias penetram no homem por meio da pele e/ou mucosas pelos pés e pernas, por serem áreas do corpo que ficam em maior contanto com a água contaminada. 
A forma infectante larvária que sai do caramujo tem o nome de cercária.
Após atravessarem pele e mucosa as cercárias se transforma em esquistossômulos, caem na circulação venosa onde alcançam o coração e os pulmões e retornam ao coração de onde são lançados por meio de artérias sendo o fígado o órgão preferencial de localização.
No fígado elas miram para as veias e intestino onde alcançam a forma adulta,recomeçando o ciclo.

*Os caramujos infectados podem eliminar cercárias durante vários meses.
*As pessoas parasitadas podem continuar eliminando ovos viáveis do S. Mansoni em média por cinco anos, podendo chegar até mais de 20 anos.


Fase Inicial: coincide com a penetração da cercária na pele, que pode ser assintomática ou apresentar intensa manifestação pruriginosa - dermatite cercariana-caracterizada por micropápulas "avermelhadas" semelhantes à picadas de insetos. Essas manifestações duram, em geral, de 24 a 72 hora, podendo chegar até 15 dias.

Fase Crônica: O fígado e o órgão mais frequentemente comprometido por causa da hepatoesplênica. Os casos mais graves de esquistossomo se exigem internação ou intervenções cirúrgicas para atenuar as manifestações severas da doença.

Tratamento: Praziquantel e Oxamniquina

Oxamniquina: é apresentada em cápsulas com 250 mg de sal ativo e solução contendo 50 mg/ml. A dose recomendada é de 20 mg/ Kg para crianças e 15 mg/ Kg para adultos, tomadas de uma só vez, cerca de uma hora após uma refeição.


Referências: Vigilância em Saúde: Dengue, Esquistossomose, Hanseníase, Malária, Tracoma e Tuberculose/ Ministério da Saúde, Secretária de Atenção a Saúde, Departamento de Atenção Básica - 2. ed.rev - Brasília: Ministério da Saúde, 2008.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

DICA DE ESTUDO!

Olá leitor (a)!

Está com muita coisa para estudar ?

Quer uma coisa fácil para estudar?

A dica do dia é sobre os Mapas Mentais !

O que são Mapas Mentais?




Os Mapas Mentais nada mais é do que um diagrama que representa ideias e conceitos de um tema principal. 


Separei para vocês um modelo de Mapa Mental.
Espero que gostem!
Bom Estudos !




(Exemplo de Mapa Mental)





VÍDEO: POEMA A MOÇA QUE CHORA

Ebaaa!!! Meu poema virou vídeo!

terça-feira, 23 de agosto de 2016

ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO - VIA INTRADÉRMICA (ID)

Via Intradérmica (ID)








A injeção intradérmica consiste na aplicação de solução na derma (área localizada entre epiderme e o tecido subcutâneo). Essa via é utilizada para realizar testes de sensibilização, diagnósticos e para aplicar a vacina BCG.

A injeção intradérmica é aplicada em locais onde a pilosidade é menor e há pouca pigmentação, oferecendo um fácil acesso à leitura da reação dos alérgenos e de outras substâncias, como na face interna do antebraço. 

A vacina BCG é aplicada na porção inferior do deltoide, de preferência do braço direito. Durante a aplicação da solução por via intradérmica deve-se observar a formação da pápula. 

Antes de aplicar o medicamento, não é indicado realizar antissepsia local com algodão embebido em álcool a 70% ou outro antisséptico, a fim de evitar uma possível interação entre o líquido injetado e o antisséptico. Se a antissepsia for indicada, aguarde a completa evaporação do antisséptico. Também não é recomendado comprimir a região após a aplicação, pelo fato de o líquido pode ser ejetado através do furo feito pela agulha na pele.





(Formação da Pápula da Vacina da BCG)



Bibliografia: Viana, Dirce Laplaca; Manual de Cálculo e Administração de Medicamentos; 4ª edição; São Caetano do Sul , SP: Yendis Editora, 2011.

Imagens : Google 



TERMINOLOGIAS DE ENFERMAGEM

Acolia: ausência ou supressão da secreção biliar.

Acolúria: ausência de pigmentos biliares na urina.

Acoria: ausência de pupila.

Acuidade: nitidez, exatidão, clareza, quer visual, quer auditiva.

Afagia: incapacidade para deglutir.

Afonia: perda, falta de voz.

Afta: úlcera bucal esbranquiçada e dolorosa.

Algia: dor.

Alopecia: queda total ou parcial do pelo do cabelo.

Amenorreia: ausência de menstruação.

Amnésia: perda patológica da memória.

Anastomose: ligação de uma artéria com uma veia ou nervosos.

Anorexia: falta de apetite.

Apneia: parada ou suspensão da respiração.

Ascite: acúmulo de líquido na cavidade peritoneal.

Ausculta: percepção e interpretação de sons que emanam de diversos órgãos.

Autopsia: exame médico do organismo feito após a morte.

Bradicardia: frequência cardíaca abaixo do normal.

Bradipneia: frequência respiratória abaixo do normal.

Balanço Hídrico: estado de equilíbrio do organismo entre a entrada e a saída de líquidos.

Catarro: inflamação das mucosas, especialmente das vias aéreas, com exsudato que contém mucina e células epiteliais.

Cianose: coloração roxo-azulada das mucosas e da pele.

Cistite: inflamação da bexiga.

Colúria: presença de pigmentos biliares na urina, tornando a urina cor de coca-cola.

Coma: estado de inconsciência no qual não se consegue despertar o cliente.

Constipação: estado em que os intestinos trabalham em intervalos demorados ou com dificuldade, prisão de ventre.

Convulsão: paroxismo geral involuntário da contração muscular, que pode ser tônico ou clônico.

Defecação: evacuação intestinal.

Demência: deterioração ou perda das faculdades intelectuais.

Disfasia: dificuldade em articular ou formar as palavras.

Disfagia: dificuldade na deglutição ou incapacidade de deglutir.

Disfonia: comprometimento da voz.

Dislexia: comprometimento da capacidade de ler.

Dispepsia: dificuldade para digerir.

Dispneia: dificuldade para respirar.

Disúria: dificuldade ou dor para urinar.


Diurese: controle do volume urinário de determinado período.

Edema: retenção de líquidos nos tecidos.

Epistaxe: sangramento nasal.

Eritema: vermelhidão na pele provocada por congestão de capilares.

Erupção: lesão cutânea proeminente, ruborizada e disseminada pelo corpo.

Esplenomegalia: aumento do volume do baço.

Eupneia: respiração normal.

Enurese: perda involuntária de urina durante o sono, considerada fisiológica até 3 anos de idade.

Exoftalmia: protusão anormal do globo ocular para fora da órbita.

Fenestração: criação de uma ou mais abertura.

Flatulência: distensão abdominal devido ao acúmulo de gases no intestino.

Flebotomia: abertura de uma veia para sangria ou cateterização.

Fratura: quebra de um osso ou cartilagem.

Glicemia: presença ou taxa de glicose no sangue.

Halitose: mau hálito.

Hematêmese: vômito de sangue.

Hematúria: presença de sangue na urina.

Hemiplegia: paralisia de um dos lados do corpo.

Hemorragia: fuga ou extravasamento de sangue dos vasos.

Hemotórax: presença de sangue na cavidade pleural.

Hepatomegalia: aumento do tamanho do fígado.

Hepatoesplenomegalia: aumento do tamanho do fígado e baço.

Hidrotórax: presença de líquido seroso no espaço pleural.

Hipertensão arterial: elevação anormal da pressão sanguínea na parte arterial do sistema circulatório.

Hipertermia: temperatura corporal acima do normal, no geral acima de 37.8°.

Hipóxia: deficiência de oxigênio nos tecidos.

Icterícia: coloração amarelada da pele, membranas mucosas e das secreções eliminadas pelo cliente.

Isocoria: pupilas de tamanho igual.

Jugular: pertencente ao pescoço acima da clavícula. Veia jugular anterior, interna e externa.

Lalia: radical que denota a condição que envolve a fala.

Letargia: sonolência patológica ou estupor.

Leucose: excesso de leucócitos.

Menarca: início da menstruação.

Melena: fezes escuras com presença de sangue.

Mialgia: dor nos músculos.

Miastenia: fraqueza muscular.

Micção: ato de urinar.

Midríase: pupila dilatada.

Miose: pupila contraída.

Necrose: tecido morto devido à falta de circulação local.

Nictúria: micção noturna frequente.

Nistagmo: movimentos involuntários do globo ocular.

Normotensão: pressão arterial normal.

Paralisia: perda da função ou da sensação muscular.

Pedialgia: dor no pé.

Pirexia: elevação da temperatura.

Polaciúria: vontade frequente de urinar.

Prurido: coceira.

Ressuscitação: restauração da vida ou da consciência após a morte aparente.

Septicemia: síndrome clínica caracterizada por grave infecção bacteriana que invade a corrente sanguínea.

Sucção: ato de sugar.

Sutura: reparar ou fechar uma ferida.

Taquicardia: atividade cardíaca excessivamente rápida.

Taquifagia: ato de comer rapidamente.

Taquipneia: respiração anormalmente rápida.

Úlcera: interrupção de continuidade de uma superfície epitelial.

Urgência urinária: necessidade súbita de urinar, podendo ocorrer esvaziamento involuntário da bexiga.

Xerostomia: secura de boca, produzida pela secreção insuficiente de saliva.


Bibliografia: Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto/ Alba Bottura Leite de Barros e cols - 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.

Manual de procedimentos para estágio em Enfermagem/ Sandra Regina L.P.T; Marcelo Tardelli da Silva. 3.ed.- São Paulo: Martinari, 2010.









sexta-feira, 19 de agosto de 2016

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

terça-feira, 9 de agosto de 2016

MEU QUERIDO PAI...

Meu querido pai....
Como gostaria de ver esses olhos todos os dias e te observar no meu silêncio.
Como gostaria de abraçar você pelo menos uma vez ao dia .
Como gostaria de sentar no seu colo.
Como gostaria de ouvir suas brigas comigo, até isso tenho saudades!
Como gostaria que tivesse na primeira fila, quando me formei me aplaudido de pé.
Como gostaria de ouvir: "Calma filha, tudo vai ficar bem. O pai está aqui."
Como gostaria ter você mais pertinho de mim.
Como gostaria que você estivesse sempre do meu lado.
Eu te amo, papai!!

Autora: Izabela Aquino

NOSSA SENHORA APARECIDA!




segunda-feira, 8 de agosto de 2016

CAIXA DE MDF DECORADA PARA COSTURA!

Separei esse modelo de caixa de costura  decorada para  vocês.
Espero que gostem !




UM NINHO DE ROLINHA!

Na casa da vovó Maria tem... Um ninho de rolinha com dois ovos.



JABOTICABA OU JABUTICABA

Alguém gosta?





A FÉ QUE ME SUSTENTA!




A fé não me desampara
Ela me protege
Com suas bênçãos
Possibilitando paz.
A fé contém fraternidade
Com imensa solidariedade
Existe bastante irmandade
Promove tranquilidade.
A fé me dá esperança
E muita confiança
Assim, terei força.
E me proporcionará bastante segurança.
A minha fé vêm de Deus
Que me move, me ouve
Me promove

É essa fé que me sustenta!

Autora: Izabela Aquino

QUERO UMA VIDA...


QUERO UMA VIDA....

Quero uma vida com muita religiosidade
para ter paz e esperança
pois existe uma grande necessidade
para que não se tenha nenhuma fatalidade.

Quero uma vida com sorte
sem nenhuma dificuldade
para viver com muita tranquilidade
pois preciso de uma boa fase.

Quero uma vida com responsabilidade
com muita capacidade
para viver com qualidade
e também com imensa integralidade.

Quero uma vida com saúde
com muita amizade
usando nossa generosidade
para se ter muita bondade.


Quero uma vida com felicidade
porque precisamos de realidade
com muita serenidade
para que se leve a eternidade.

Quero uma vida com bastante verdade
com muitos abraços
e milhões de sorrisos
para se viver bastante e com amor.

Autora: Izabela Aquino 


A DOR DA DESPEDIDA

A dor da despedida
tem o sentido que finaliza
a relação com as pessoas que amamos

A dor da despedida
tem o sentido de partida
com a tristeza da ida
na porta da saída

A dor da despedida
tem uma ferida
uma ferida aberta sem cicatrizar
que talvez demore muito tempo para restaurar

A dor da despedida
tem o sentido de separação
sem abraços
com os olhos cheios de lágrimas
Sem o mínimo de compaixão

A dor da despedida
tem o sentido de saudades
que um dia talvez seja esquecida
na tristeza do último adeus.

Autora: Izabela  Aquino