segunda-feira, 31 de julho de 2017

ARMADILHAS DA MENTE - AUGUSTO CURY




Livro: Armadilhas da Mente 
Autor (a): Augusto Cury
Assunto: Romance
Editora: Arqueiro
Páginas: 256
Ano: 2013
Adquira: Saraiva


Sinopse: 


Camile é uma mulher bela, rica e brilhante, capaz de deixar as pessoas impressionadas com sua habilidade de debater e argumentar. Mas seus diplomas e seu intelecto não foram suficientes para evitar que se tornasse vítima de suas próprias emoções.


Casada com o banqueiro Marco Túlio, Camile sempre foi fechada em seu próprio mundo. Crítica, obsessiva, pessimista, não gostava de ser confrontada e não se curvava diante de ninguém, nem de psiquiatras e psicólogos. Não concluía nenhum tratamento.

Vendo a depressão, as manias e as fobias de sua esposa se agravarem, Marco Túlio resolve comprar uma linda fazenda para que ela possa afastar do estresse da cidade, respirar ar puro, se reconectar com a natureza e, quem sabe, com ela mesma.

Mesmo assim, transtornos mentais a impedem de sair de casa e pesadelos constantes não a deixam dormir. Enclausurada em sua própria mente, Camile piora a olhos vistos.

A reviravolta, porém, muitas vezes começa onde menos se espera. Quando conhece o excêntrico jardineiro da fazenda, Camile se surpreende com sua inteligência e, ao interagir com ele, a alegria volta pouco a pouco ao seu coração.

Em seguida entra na sua vida o sábio e instigante psiquiatra Marco Polo, que a estimula a superar os conflitos e procurar um personagem que deixara pelo caminho: ela mesma. Camile terá que aprender a se perdoar e a compreender pessoas "imperdoáveis".

Profundo e emocionante, Armadilhas da mente é uma aula de filosofia e psicologia, que mostra que os labirintos da psique humana são bem mais complexos do que qualquer um de nós é capaz de imaginar.


Resenha:
Esse livro é profundo e emociante. 

Sua capa é linda!

O livro todo é lindo!

" Não há mentes impenetráveis, apenas chaves erradas. " Augusto Cury

Os capítulos são super pequenos.

Augusto Cury escreve de forma simples. 

Desde que recebeu o diagnóstico de que é psicótica, Camille viu sua vida virar pelo avesso. Sempre foi uma mulher fechada, impulsiva e contestadora, mas não imaginava que tivesse esse distúrbio mental.

Apesar de já ter ser consultado com diversos psiquiatras, ele não os considerava aptos a tratá-la, por se sentir mais preparada do que eles. Porém seu quadro se agravou: agora Camile sofre com uma série de fobias, tem pesadelos terríveis e vê seu casamento afundar.

Na tentativa de ajudar a esposa, Marco Túlio compra a fazenda Monte Belo, esperançoso de que o contato com a natures lhe faça bem. Mas ela hesita em sair de casa e só consegue se relacionar com as empregadas, que estranham seu humor flutuante - ora generosa e simpática, ora ríspida e intolerante. 

Quem faz Camille sair da concha e enfrentar o mundo é o personagem mais incrível da fazenda. Zenão do Riso, o jardineiro, tem uma maneira belíssima de ver a vida e possui conhecimentos profundos sobre filosofia que desafiarão Camile a repensar sua existência.

Mas a grande virada acontece quando ela conhece o psiquiatra Marco Polo. Perito nos ministérios da mente, ele tem as respostas pelas quais Camille sempre ansiou.

Juntos, os dois vão desbravar os caminhos que levam à construção dos pensamentos, à formação dos traumas e ao registro da memória. Camile terá que encarar seus piores medos, relembrando episódios dolorosos da infância.

Ao compreender que a solidão é intolerável quando você mesmo se abandona. Camille dará os primeiros passos para fora do cárcere que a prendeu por tanto tempo: sua própria emoção.

Leiam, vale muito a pena. O livro é baseado na pesquisa do autor você irá admirar essa obra.

E um livro de bastante reflexão.

Parabéns, ao autor Augusto Cury pela sua maravilhosa obra!


Pai, o tempo é cruel,
Se você corre, ele o alcança.
Se você se esconde, ele sempre o encontra.
Se você se maquia, ele invade os tecidos.
Se você trabalha muito, ele o extermina mais cedo.
O tempo zomba da juventude.
Faz, da meninica à velhice, instantes.

A única forma de trair o tempo é amar e perdoar.
Amando, transformamos cada minuto em eternidade.
Perdoando, devolvemos à vida a suavidade.
Eu não sou uma filha perfeita,
Mas ninguém te ama mais do que eu...
Páginas 222 e 223



domingo, 30 de julho de 2017

PRÓPOLIS: 4 MOTIVOS POR QUE ELE É UM GRANDE ALIADO A SAÚDE





Uma das novas pesquisas que confirmam esse papel foi realizada pelo farmacêutico Pedro Luiz Rosalen, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), juntamente com estudiosos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, no interior paulista. O time de cientistas avaliou as capacidades antimicrobiana e antioxidante de amostras do própolis orgânico brasileiro.

As análises em laboratório revelaram que, além de combater o excedente de radicais livres, já associado ao envelhecimento precoce e a danos celulares, o própolis se mostrou bastante eficaz frente aos micróbios. "Seus compostos interferem na membrana celular das bactérias",  exemplifica o engenheiro agrônomo Severino Matias de Alencar, professor da Esalq. Tal efeito desestabiliza esses seres microscópicos de tal maneira que eles acabam mais facilmente exterminados do pedaço.

Os efeitos do própolis no corpo

1. Combate amidalites

Infecções nas vias aéreas superiores, caso da amidalite, costumam se provocadas por bactérias chamadas gram-positivas. "E experimentos demonstram que o própolis tem uma atividade antimicrobiana mais pronunciada em micro- organismos desse tipo", conta a médica Norma Leite, da Associação Brasileira de Nutrologia. "Ela inclusive amplificaria a resposta dos antibióticos, " acrescenta.

2. Protege os dentes

Até as bactérias da boca saem perdendo com o produto das abelhas. Os responsáveis são os chamados compostos fenólicos, substâncias que, no corpo, estão por trás dos benefícios do própolis. "Eles contribuem para a integridade do esmalte dentário e ajudam a  prevenir cáries e a doença periodontal", afirma Rosalen, que se dedica a pesquisa nessa área. Não à toa, já existem empresas incluindo o ingrediente na receita de seus cremes dentais.

3. Fortalece a imunidade

Em seus estudos, o imunologista José Maurício Sforcin, professor da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu, no interior de São Paulo, tem observado a participação do própolis em prol do sistema imunológico. "Suas substâncias promovem maior ativação das células de defesa, favorecendo o reconhecimento e a destruição dos micróbios", explica.


4. Acaba com a acne

Além do aroma agradável, o própolis pode liberar na pele substâncias de ação antibacteriana. Daí por que especialistas chegam a recomendar seu sabonete a pessoas que sofrem com a acne.


Mode de usar

O fato de o própolis oferecer tantos benefícios não significa usar o extrato, a forma mais consumida por aqui, como se fosse água. " Ingerir 15 gotas em jejum já seria suficiente para fortalecer o sistema imune", sugere Norma. Já o imunologista José Maurício Sforcin recomenda recorrer ao produto por um curto prazo, pois o uso contínuo e exagerado faz com que o organismo fique tolerante às substâncias e elas deixem de agir direito."E é importante ter o aval do médico", lembra.

A engenheira de alimentos Beatriz Mello, da Universidade Federal de São Carlos, no interior paulista, recomenda, ainda, verificar cuidadosamente a embalagem do extrato ou do spray e procurar selos de agências regulatórias, caso do Ministério da Agricultura. " Também vale observar a presença de álcool na formulação, já que nem todo mundo pode ingeri-lo", lembra a professora.


Fonte: http://saude.abril.com.br/bem-estar/propolis-4-motivos-por-que-ele-e-um-grande-aliado-da-sua-saude/

sábado, 29 de julho de 2017

O QUE CARACTERIZA O TRANSTORNO DE ANSIEDADE?

Os transtornos de ansiedade se diferenciam do medo ou da ansiedade normais, adaptativos, por serem excessivos ou persistirem além de períodos apropriados ao nível de desenvolvimento. Eles diferem do medo ou da ansiedade provisórios, com frequência induzidos por estresse, por serem persistentes.

13 Sinais de Ansiedade 


1 Enxergar perigo em tudo

  • Indivíduos com transtornos de ansiedade em geral superestimam o perigo nas situações que temem ou evitam. O medo ou a ansiedade são excessivos ou fora de proporção. 
  • Um outro exemplo é alguém que passa por um procedimento ou exame médico simples e teme ter uma doença grave ou ficar incapacitado após o exame. Em casos mais extremos chega até a cogitar a possibilidade de morrer no procedimento.


2 Assaltar a geladeira ou descontar a preocupação no docinho


  • Não faltam casos de pessoas que encontram na comida uma solução para seus problemas emocionais. Ao menor sinal de preocupação você recorre ao brigadeiro, a um docinho ou qualquer outro alimento para aliviar a tensão. Em geral mastigam pouco o alimento, e ingerem grande quantidade de comida em pouco tempo.
  • Comer indiscriminadamente, sem fome, por ansiedade, estresse ou outra emoção negativa é um sinal de alerta. E cuidado, esta atitude também pode desencadear uma compulsão alimentar.


3 Alteração do sono


  • Sentem dificuldades para dormir ou apresentam episódios de insônia em vésperas de reuniões importantes e eventos. Não conseguem se desligar do que fizeram ao longo do dia no trabalho e passam a noite processando o que farão no dia seguinte. Algumas vezes chegam a sonhar e despertar pensando em soluções possíveis para determinada questão.


4 Sofrer com tensão muscular
  • Estão sempre com dores nas costas, ombros e nuca. Seus músculos do pescoço estão travados e a dor é tanta que mal dá para virar de lado? Essa tensão muscular, quase constante, geralmente acompanha os transtornos de ansiedade. Quanto maior a preocupação e o desânimo, maior a possibilidade de transferir as tensões para a região cervical.
5 Ter medo  de falar em público

  • Somente ao pensar na necessidade de realizar uma apresentação para uma plateia sinais como sudorese excessiva, mãos geladas, taquicardia, falta de ar e respiração ofegante aparecem.

6 Preocupar se em excesso

  • Estão sempre preocupados com o futuro. Ainda mais em épocas de crise econômica, é comum ver pessoas preocupadas com a manutenção do emprego. Será que estarei empregado mês que vem? Terei dinheiro para pagar minhas contas? Como vou cuidar da minha família?
  • A preocupação excessiva é uma fonte direta de dores de cabeça, úlceras, ansiedade e stress, podendo inclusive afetar o sistema imunológico.


7 Ficar à beira de um ataque de nervos
  • Irritabilidade, mudanças de humor repentinas e sem explicação aparente. Pessoas que estão a ponto de entrar em um ataque de nervos, podem passar da euforia ao pranto rapidamente. Esses sintomas surgem em momentos de maior pressão  e stress, por exemplo, quando da perda de um emprego ou de um ente querido.


8 Conviver com medos irracionais 
  • Medos de estar perdendo alguma coisa, de não ser bom o suficiente, medo do fracasso, pânico de ficar sozinho ou de não ser aceito também perseguem pessoas ansiosas. Campeões de autocrítica, são os primeiros a não se sentir capazes o suficiente para concluir uma determinada atividade. O excesso de medo pode comprometer a segurança nas relações pessoais, seja no trabalho ou na família.


9 Apresentar inquietação constante
  • Dificuldade de concentração, inquietação e fadiga. O indivíduo apresenta uma angústia intensa, não consegue ficar quieto, caminha de um lado para o outro, desespera-se. Fatores que geram grande desconforto ao atrapalhar a conclusão de uma tarefa, ao afetar a qualidade de vida da pessoa e de quem está ao seu lado.

10 Sofrer com sintomas físicos
  • Nos momentos de ansiedade, podem surgir sintomas físicos como tremores, cansaço fácil, sensação de falta de ar ou asfixia, coração acelerado, suor excessivo, mãos frias e suadas, boca seca, tontura, náuseas, diarreia, desconforto abdominal, ondas de calor, calafrios, micção frequente, dificuldade para engolir, sensação de engasgo, entre outros.


11 Pensamento obsessivo
  • O pensamento obsessivo é uma incapacidade de ganhar controle sobre pensamentos e imagens, angustiantes e recorrentes. O pensamento obsessivo também pode estar associado a transtornos do humor, incluindo distimia, depressão, transtorno bipolar e é o sintoma definidor de Transtorno de Ansiedade Generalizada,Transtorno Obsessivo- Compulsivo, Transtorno de Pânico e muitas outras condições psicológicas.



12 Perfeccionismo
  • O perfeccionismo caracteriza-se pela insistência em estabelecer padrões altos e pela busca incessante em alcançar esses padrões. E de fato, os perfeccionistas muitas vezes têm alto desempenho- mas o preço desse sucesso pode ser a infelicidade e insatisfação cônicas.



13 Problemas digestivos


  • Um sistema muito afetado pelo estresse e ansiedade é o gastrointestinal.Dores, má digestão, mal- estar no abdômen, diarreia e azia são alguns desses sinais que podem causar incômodo. Ansiedade excessiva e estresse agudo podem alterar as funções gastrointestinais por meio do sistema nervoso. Como consequência dessas alterações podem surgir úlceras, gastrites, doenças inflamatórias, refluxo gastroesofágico e síndrome do intestino irritável.

Fonte: http://www.vittude.com/blog/ansiedade/

RESENHA: O PODER DA PACIÊNCIA - M.J.RYAN


Capa do livro O poder da paciência, de M.J.Ryan


Livro: O poder da paciência
Autor (a): M.J.Ryan
Páginas: 112
Ano: 2009
Editora: Sextante
Assunto: Autoajuda
Adquira: Americanas, Saraiva 

Com várias dicas para diminuir o ritmo, relaxar e encarar a rotina de uma forma mais tranquila, este livro mostra que a paciência - uma das virtudes mais ignoradas nos dias de hoje- nos ajuda a aproveitar ao máximo nossos talentos, a administrar a raiva, a crescer no amor e a usufruir o prazer de cada momento.

 Utilizando exemplos de situações comuns do dia-a-dia,M. J.Ryan estimula a reflexão sobre nossos hábitos e sentimentos. E ensina que a impaciência envenena a alma, muitas vezes nos tornando pessoas grosseiras e mal-humoradas. Já a paciência é uma das formas mais eficientes para eliminar os estados de tensão e irritação.

Cheio de citações inspiradoras, histórias estimulantes e da sabedora daqueles que já atingiram seu objetivo, este livro mostra que a paciência é um hábito e, como tal, deve ser cultivado e exercitado. Só ela é capaz de nos colocar em sintonia com a natureza, conectados ao momento presente e mais focados em nossos verdadeiros desejos.



















Entre as citações do livro estão:

  • "Eu não fracassei setecentas vezes. Eu não fracassei nem uma única vez. Eu consegui provar que essas setecentas maneiras não funcionam. Quando estiver eliminado todas as maneiras que não funcionam, descobrirei a que funcionará". Thomas Edison
  • " A paciência de esperar é possivelmente a maior sabedoria de todas: a sabedora de plantar uma semente e esperar a árvore dar frutos." John Macenulty
  • "Os piores problemas que tive em minha vida foram aqueles que nunca aconteceram." Mark Twain


O livro é ótimo!
Todos deveriam ler esse livro!
O livro ajuda a treinar a paciência nos momentos de estresse.
O livro te ajuda a rever seus conceitos e melhora-lós.
A paciência gera excelência.
A paciência também nos proporciona paz de espírito.
Quanto mais pacientes formos, menos irritação, raiva e fúria sentiremos.
Nesse livro, você vai aprender que a paciência nos ajuda a conseguir aquilo que queremos.



sexta-feira, 28 de julho de 2017

OS 5 SEGREDOS DA FELICIDADE SEGUNDO A CIÊNCIA


Para nós, psicólogos que estamos sempre viajando de avião, a maneira como descrevemos nossa profissão para o vizinho de assento é determinante para saber se passaremos cinco horas ouvindo intrigas, detalhes de um casamento decadente, ou sobre o quanto é impossível resistir a uma bomba de chocolate. Mesmo usando fones de ouvido enormes, é impossível ignorar aquele passageiro decidido a contar sua história de abandono na infância. Para os que arriscam dizer a verdade e admitir que estudamos a felicidade, a resposta é quase sempre a mesma: o que eu posso fazer para ser feliz?
O segredo da felicidade é uma preocupação cada vez mais importante na era moderna, já que o aumento da estabilidade financeira proporciona a muitos a oportunidade de se concentrar no crescimento pessoal. Uma vez que já não somos mais caçadores preocupados em encontrar a próxima presa, procuramos viver nossas vidas da melhor maneira possível.
A busca da felicidade é uma epidemia mundial — em um estudo com mais de 10 mil participantes de 48 países, os psicólogos Ed Diener, da Universidade de Illinois, e Shigehiro Oishi, da Universidade de Virginia, descobriram que pessoas de todos os cantos do mundo consideram a felicidade mais importante do que outras realizações pessoais altamente desejáveis, tais como ter um objetivo na vida, ser rico ou ir para o céu. A febre da felicidade é estimulada em parte pelo crescente número de pesquisas que sugerem que, além de ser boa, a felicidade também faz bem — ela está ligada a muitos benefícios, desde maiores salários e um melhor sistema imunológico até estímulo à criatividade.
A maioria das pessoas entende que a felicidade verdadeira é mais do que um emaranhado de sentimentos intensos e positivos — ela é melhor descrita como uma sensação plena de “paz” e “contentamento”. Não importa como seja definida, a felicidade é parcialmente emocional — e por isso está ligada à máxima de que cada indivíduo tem um ponto de regulação, como um termostato, definido pela bagagem genética e a personalidade de cada um.
A felicidade verdadeira dura mais do que uma dose de dopamina, por isso é muito importante pensar nela como algo que vai além da emoção. A sensação de felicidade de cada um também inclui reflexões cognitivas, tais como quando você ri — ou não! — da piada do seu melhor amigo, ou quando analisa o formato do seu nariz ou a qualidade do seu casamento. Somente parte desta sensação tem a ver com o que você sente; o resto é produto de um cálculo mental, em que você computa suas expectativas, seus ideais, a aceitação daquilo que não pode mudar e inúmeros outros fatores. Assim, a felicidade é um estado mental e, como tal, pode ser intencional e estratégico.

Não importa qual seja o seu ponto de regulação emocional, seus hábitos diários e suas escolhas — da maneira como você lida com uma amizade até como reflete sobre decisões em sua vida — podem influenciar o seu bem-estar. Os hábitos de pessoas felizes foram documentados em estudos recentes e fornecem uma espécie de manual a ser seguido. Aparentemente (e paradoxalmente, é preciso dizer), atividades que causam incerteza, desconforto, e mesmo uma pitada de culpa estão associadas às experiências mais memoráveis e divertidas das vidas das pessoas. As pessoas mais felizes, ao que parece, têm vários hábitos não-intuitivos que poderiam ser considerados como infelizes. Ou seja, nem tudo aquilo que os livros de auto-ajuda defendem que pode te fazer feliz tem parcela significativa na sua felicidade. A felicidade pode vir de onde menos se esperava. Duvida? Que bom, isso significa que você tem grandes chances de ser feliz. Confira a seguir:


1. O importante é correr riscos


Situações complicadas, incertas e até mesmo desgastantes são fundamentais para aumentar nossa sensação de satisfação.

Pessoas verdadeiramente felizes aparentam saber intuitivamente que a felicidade duradoura não se trata apenas de fazer aquilo de que gostamos. Ela também exige crescimento pessoal e se aventurar além dos limites da sua zona de conforto.
Em um estudo de 2007, os psicólogos do estado do Colorado Todd Kashdan e Michael Steger monitoraram as atividades diárias de estudantes e como eles se sentiam durante 21 dias; aqueles que sentiam curiosidade em determinado dia também se diziam mais satisfeitos com a vida — e se envolviam em um número maior de atividades que levavam à felicidade, tais como expressar sua gratidão aos colegas ou praticar atividades voluntárias. É sexta-feira à noite e você tem planos de jantar com os amigos. Se você quiser ter certeza de que vai chegar em casa satisfeito, você pede uma pizza ou um hambúrguer. Se, em vez disso, você escolher um tipo de comida que nunca experimentou (culinária etíope — claro, por que não?) você corre o risco de não gostar muito daquela injera com wat (tipo de massa fina de pão coberta com carne condimentada) —, mas pode ser que se surpreenda com um sabor delicioso.
curiosidade — aquele estado pulsante e ávido do não-saber — é fundamentalmente um estado de ansiedade. Quando, por exemplo, o psicólogo Paul Silvia mostrou aos participantes de uma pesquisa uma série de pinturas, as imagens tranquilas de Claude Monet e Claude Lorrain evocaram sentimentos felizes, enquanto as obras misteriosas e inquietantes de Egon Schiele e Francisco Goya causaram curiosidade.
Ao que parece, a curiosidade consiste basicamente em explorar. Pessoas curiosas em geral entendem que, apesar de não ser fácil se sentir desconfortável e vulnerável, este é o caminho para se tornar mais forte e sábio. Na verdade, um olhar aprofundado no estudo de Kashdan e Steger sugere que pessoas curiosas investem em atividades que lhe causam desconforto, pois estas atuam como um trampolim para estados psicológicos mais elevados.
É claro que existem diversas circunstâncias na vida em que a melhor maneira de aumentar seu grau de satisfação é simplesmente fazer o que te faz bem, como tocar sua música favorita numa jukebox ou fazer planos para visitar seu melhor amigo. Mas, de vez em quando, vale a pena buscar uma nova experiência, mais complicada, incerta e até mesmo desgastante — seja finalmente fazer aquela aula de caratê pela primeira vez ou ceder a sua casa para a exibição do filme de arte de um colega. As pessoas mais felizes optam pelas duas vias e assim se beneficiam de ambas.

2. Detalhes tão pequenos

Pessoas mais felizes não são minuciosas e têm uma proteção emocional natural contra o desgaste dos pequenos detalhes

Uma crítica comum às pessoas felizes é que elas não são realistas — levam a vida alegremente sem levar em conta os perigos e problemas do mundo. Pessoas satisfeitas tendem a ser menos analíticas e atentas a detalhes. Um estudo conduzido pelo psicólogo Joseph Forgas, da Universidade de New South Wales, constatou que pessoas com uma predisposição a serem felizes — ou seja, aquelas que tendem a ser positivas — são menos céticas do que as outras. Elas são menos críticas e mais receptivas com estranhos, o que as torna mais suscetíveis a mentiras e golpes.
Claro, ficar de olho nos detalhes pode ajudar quando se trata de navegar o complexo universo social de colegas e namorados/as — e é algo que as pessoas menos alegres tendem a fazer. Na verdade, o psicólogo da Universidade Virginia Commonwealth, Paul Andrews, argumenta que a depressão é, na verdade, uma questão de adaptação. Pessoas depressivas, segundo a lógica, tendem a refletir e processar mais suas experiências do que as outras — e, por consequência, ter mais insights sobre si mesmo ou sobre a condição humana —, embora paguem um preço emocional por isso. Um pouco de atenção aos detalhes ajuda a avaliar o universo social de maneira mais realista.

No entanto, muita atenção aos detalhes pode interferir no nosso funcionamento cotidiano, como dizem as pesquisas realizadas pela psicóloga Kat Harkness, da Queen’s University. Em seu estudo, ela mostra que as pessoas deprimidas tendem a notar mudanças nas expressões faciais dos outros a cada minuto. Já as pessoas felizes tendem a ignorar tais mudanças repentinas — um ar de aborrecimento, um sorriso sarcástico. Você provavelmente conhece tal fenômeno das interações com seu parceiro. Quando estamos de mau humor, notamos pequenas mudanças de expressão que geralmente surgem de uma briga (“Eu vi você virar os olhos pra mim! Por que você fez isso?!”), mas quando estamos de bom humor, passamos por cima desses detalhes (“Você me provoca, mas eu sei que no fundo você ama estar perto de mim”). As pessoas mais felizes têm uma proteção emocional natural contra a energia desgastante dos pequenos detalhes.
Do mesmo modo, as pessoas mais felizes não dão tanta importância para o seu desempenho. Ao rever a literatura de pesquisa de Oishi e seus colegas, nota-se que as pessoas mais felizes — cujas notas foram 9 ou 10 no quesito satisfação com a vida — tendem a ter desempenhos piores do que pessoas medianamente felizes quando se trata de notas, frequência em aulas e salários. Em resumo, elas se preocupam menos com o seu desempenho; acreditam que vale a pena sacrificar um certo grau de realização para não ter que se preocuparem com coisas pequenas.


3. Eu torço por você
Comemorar de verdade o sucesso dos seus amigos pode te fazer mais feliz do que conquistar os seus próprios

Você já ouviu isso um milhão de vezes: um bom amigo é aquele com quem você pode contar quando precisa. Segundo uma pesquisa recente da Gallup World Poll, o melhor indicador de felicidade no trabalho era se a pessoa tinha ou não um melhor amigo com quem podia contar. Assim, faz sentido pensarmos que um bom amigo é aquele que nos leva pra tomar uma cerveja quando recebemos uma promoção no trabalho — ou que somos um quando buscamos aquele amigo no bar que acabou de ser demitido e está muito bêbado para voltar pra casa dirigindo.
De fato, tal apoio alivia as pancadas difíceis da vida e ajuda a vítima a superá-las. Ainda assim, novas pesquisas revelam uma ideia menos intuitiva sobre amizades: as pessoas mais felizes são aquelas que estão presentes nos sucessos dos amigos e cujas realizações são comemoradas por eles.

Tal ideia é reforçada pela psicóloga Shelly Gable, da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara. Uma pesquisa realizada por ela e alguns colegas revelou que quando parceiros românticos falham em dar importância ao sucesso do outro, o casal tem mais chances de se separar. Em contrapartida, quando os parceiros comemoram as realizações uns dos outros, eles tendem a ficar mais satisfeitos e compromissados com o relacionamento, desfrutando de mais amor e felicidade.

No entanto, fora do nosso relacionamento principal, por que capitalizar o sucesso dos outros nos faria mais feliz? Por que devemos apoiar aquele amigo sortudo, ouvindo todos os detalhes de mais uma de suas conquistas sexuais quando nós mesmos passamos muitas noites de sexta-feira lendo gibi?
Primeiramente, ele precisa de você, de verdade. O processo de conversar sobre uma experiência positiva com alguém que escuta atentamente muda, de fato, a memória daquele evento — dessa forma, depois de falar sobre a sua experiência, seu amigo vai se lembrar daquela noite com a modelo de maneira ainda mais positiva do que ela foi realmente, e vai ser mais fácil para ele relembrar deste encontro alguns anos depois, quando ela der o fora nele. Mas igualdade é importante, e você também pode pegar uma carona na positividade do seu amigo. Assim como nós nos sentimos mais felizes quando compramos presentes ou doamos dinheiro para caridade em vez de gastarmos com nós mesmos, nos sentimos mais felizes ao ouvir os relatos de sucesso de nossos amigos.
Na vida, existem muitas pessoas esperando uma oportunidade para mostrar seu heroísmo. Difícil mesmo é encontrar pessoas que realmente conseguem compartilhar a alegria e realização dos outros sem sentir inveja. Assim, mandar flores para uma amiga que está se recuperando de uma cirurgia pode ser generoso da sua parte, porém oferecer o mesmo buquê quando ela se formar em Medicina ou ficar noiva gera mais satisfação para ela — e principalmente para você.
4. Sentimentos negativos à mostra

As pessoas mais saudáveis psicologicamente têm um entendimento nato de que as emoções servem como um feedback — um sistema de radar interno que fornece informações sobre o que está acontecendo (e o que vai acontecer) no nosso universo social. Pessoas felizes e radiantes não escondem seus sentimentos negativos. Elas reconhecem que a vida é cheia de decepções e batem de frente com elas, sempre usando de sua raiva para se defender e de sua culpa como motivador para mudar seu próprio comportamento. Esta hábil alternância entre prazer e dor — habilidade de mudar seu comportamento para atender à demanda da situação — é conhecida como flexibilidade psicológica.

A habilidade de mudar o estado mental de acordo com a circunstância é um aspecto fundamental para o bem-estar. George Bonanno, psicólogo da Columbia University, descobriu que, após o 11 de Setembro, as pessoas mais flexíveis que moravam em Nova York quando os ataques aconteceram — aquelas que ocasionalmente sentiam raiva, mas também escondiam sua emoção quando necessário — se recuperaram mais rápido e desfrutaram de melhor saúde mental do que as que não souberam se adaptar.

Aprender a lidar com o desconforto emocional é algo que se faz aos poucos. Da próxima vez em que você tiver um desentendimento com alguém, em vez de beber uma dose de uísque, tente simplesmente tolerar aquele sentimento por alguns minutos. Com o passar do tempo, sua capacidade de tolerar emoções negativas vai aumentar.
5. Encurtando a curtição

Até a pessoa mais esforçada concorda que uma vida cheia de objetividade e sem prazeres é muito chata. Pessoas felizes sabem se permitir certas indulgências momentâneas que são gratificantes — tomar um banho longo, faltar na ginástica no sábado para assistir a uma partida de futebol na TV... Se você se concentra principalmente em atividades que te dão prazer instantâneo, você pode estar perdendo os benefícios de ter uma meta definida. Objetivos nos levam a correr riscos e fazer mudanças — mesmo face à privação e ao sacrifício da felicidade a curto prazo.
Ao tentar descobrir como as pessoas equilibram prazer e objetivo, Michael Steger e seus colegas da Colorado State mostraram que o ato de tentar compreender nosso mundo é o que geralmente nos desvia de nossa felicidade. Afinal, esta é uma missão carregada de tensão, incerteza, complexidade, momentos de intriga e agitação, e conflitos entre o desejo de se sentir bem e a vontade de progredir em direção ao que mais valorizamos. Ainda assim, no geral, as pessoas mais felizes tendem a sacrificar mais os prazeres a curto prazo quando existe uma boa oportunidade de progredir em direção ao que elas desejam ser na vida.
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Uma pesquisa realizada pelo neurocientista Richard Davidson, da Universidade de Wisconsin, revelou que progredir em direção à realização de nossos objetivos nos faz sentirmos mais envolvidos e nos ajuda a tolerar sentimentos negativos que podem surgir neste percurso.
Ninguém diz que ter um objetivo na vida é fácil ou que seja uma tarefa simples, mas pensar nas atividades gratificantes e significativas que você fez na semana passada, no que você é bom e nas experiências das quais você não abre mão pode ajudar. Observe também as situações em que suas respostas refletem aquilo que você acha que devia dizer em vez daquilo em que realmente acredita. Por exemplo, ser pai não significa que o tempo que você passa com seus filhos é a parte mais energizante e significativa da sua vida — e é importante aceitar isso. As pessoas mais felizes conseguem combinar aquilo que mais gostam com uma vida de objetivos e satisfação.
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Life-Hacks/noticia/2015/03/os-5-segredos-da-felicidade-segundo-ciencia.html

POR QUE OCORRE O SANGRAMENTO NASAL?


Com a chegada do outono e do inverno, o tempo seco, passa a ser uma preocupação para muitas pessoas, devido a relação da baixa umidade do ar (tempo seco) com algumas doenças respiratórias. Nessa época do ano, é comum o registro de índice de umidade relativa do ar abaixo do ideal, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o nível ideal da umidade relativa do ar para o organismo humano gira entre 40% a 70%.
Quando o tempo está muito seco e com baixa umidade no ar, em dias muito quentes, ocorre a dificuldade na dispersão de gases poluentes, provocando o ressecamento das mucosas das vias aéreas superiores, o que pode tornar as pessoas mais vulneráveis a desenvolverem problemas respiratórios como: rinite alérgicas, crises de asma, infecções virais e bacterianas.
Quando isso ocorre, muitas pessoas, apresentam vários sintomas como: garganta seca e irritada, sensação de areia nos olhos que ficam vermelhos e congestionados, ressecamento da pele, cansaço, dor de cabeça, complicações alérgicas, sangramento nasal, tosse e espirros persistentes.
Em dias de baixa umidade do ar, onde o clima fica muito seco, o sangramento nasal pode acontecer nas crianças e nos adultos, e é comum nas crianças abaixo dos dez anos e em adultos maiores que trinta e cinco anos.
O sangramento nasal acontece devido ao ressecamento da mucosa nasal, em quase todos os casos, este sangramento ocorre na parte da frente do septo nasal (região que separa as narinas direita e esquerda).


O que é um sangramento nasal?

Também definido como epistaxe, caracteriza-se por um sangramento da mucosa do nasal, e ocorre por uma alteração na hemostasia (mecanismo de defesa contra a perda de sangue) normal do nariz.
São classificadas como epistaxes anteriores e posteriores:
Anterior: representam 90% dos casos, e são de intensidade mais branda e ocorre na região anterior do septo nasal (região rica em vasos e vulnerável ao ressecamento).

Posterior:  os sangramentos posteriores são menos frequentes, mais graves e necessitam em alguns casos, de intervenções médicas. São mais comuns na faixa etária acima dos 50 anos.




O que fazer em caso de sangramento nasal?

Na maioria dos casos os sangramentos nasais, não trazem maiores problemas e se realizada a compressão de maneira correta.
Casos mais graves, onde o sangramento não cessa, poderá ser necessária a intervenção médica com procedimentos como cauterização, tamponamento nasal, entre outros.
Para sangramentos menores, que ocorrem comumente por conta do ressecamento da mucosa nasal, os procedimentos são:
  • Sentar o adulto ou criança confortavelmente;
  • Realizar a compressão da "asa do nariz" em forma de pinça também chamada de digito-pressão (de 10 a 15 minutos);
  • Posicionar a cabeça flexionada anteriormente, ou seja, colocar a cabeça para frente;
  • Colocar compressa fria ou com gelo no dorso nasal (borda do nariz);
  • Obs: colocar o gelo dentro de um saco plástico e protegido com tecido para evitar lesões na pele.
  • Após o controle do sangramento poderá ser realizada a lavagem com soro fisiológico 0,9%.

Fonte: http://www.crechesegura.com.br/sangramento-nasal-e-renites/

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