terça-feira, 31 de outubro de 2017

RESENHA: COOKIES CASTANHA DO PARÁ INTEGRAL DA JASMINE

Olá
Tudo Bem?
Hoje têm resenha dos cookies castanha do pará integral da Jasmine!
Espero que gostem da resenha!
Imagina cookies maravilhosos?
Então, são os da Jasmine!

Os cookies são saborosos contém pedacinhos da Castanha do Pará que são irresistíveis.




Eu super indico os cookies de castanha do pará para as pessoas que praticam o veganismo.


Resenha e imagem cookies jasmine fonte: site da jasmine 




Disponível em embalagem com 150g.

Ingredientes: farinha de trigo integral, farinha de trigo fortificada com ferro e ácido fólico, açúcar mascavo, melado de cana, óleos vegetais (milho e/ou girassol e/ou algodão), Castanha do Pará, amido, maldodextrina, estabilizantes naturais maltitol e lecitina de soja, fermentos (fosfato monocálcico, bicarbonato de sódio e bicarbonato de amônio) e aromas.

Alérgicos: contém castanha -do-pará, derivado de trigo e de soja, pode conter aveia, centeio, cevada, avelã, amêndoa, amendoim, castanha de caju, macadâmia, noz, pecã, pistache, pinoli e castanhas.

Contém Glúten.

  • Integral;
  • Vegan;
  • Crocante e delicioso;
  • Feito com Granfibra, farinha integral elaborada no moinho de pedra da Jasmine.

Queridos leitores, espero que tenha gostado da resenha. Procure os cookies sabor castanha do pará e experimente.

Podem, encontra nos sabores: Castanha do Pará, Limão, Café, Chocolate em Gotas, Laranja e Avelã com gotas de chocolate.

Vocês vão adorar.



Um beijo é até o próximo post.

Jasmine:

https://www.jasminealimentos.com/produtos/integral/cookies-integrais-castanha-do-para/

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

AGRADECIMENTO!

O blog Saúde e Vida atingiu o número de 25 mil visualizações ao todo!
Agradeço a todos os leitores do blog.
Muita obrigada por mais de 25 mil visualizações. É muito bom saber que estão gostando do blog.
Continuem visitando o blog e compartilhe nossas informações.
Obrigada!!




APROVADO NOVO CÓDIGO DE ÉTICA DA ENFERMAGEM BRASILEIRA



O novo Código de Ética da Enfermagem brasileira foi aprovado na 494ª Reunião Ordinária de Plenário do Conselho Federal de Enfermagem. Fruto de amplo e democrático debate, o código concilia a defesa da sociedade com a proteção ao bom profissional. 

Para o presidente do Cofen, Manoel Ner, o novo Código de Ética reflete a complexidade da atuação profissional nos tempos atuais. "Preservamos a essência  do documento pactuado na I Conferência Nacional de Ética em Enfermagem (Conaeenf), incorporando contribuições dos presidentes dos Conselhos Regionais e dos conselheiros federais", afirmou.


A Lei 5905/73 estabelece que compete ao Cofen 'elaborar o Código de Deontologia de Enfermagem e alterá-lo, quando necessário, ouvidos os Conselhos Regionais'. "Fomos além, levando esse debate a todos os Conselhos Regionais, aos profissionais de Enfermagem e à sociedade, de maneira ampla e transparente", ressaltou o presidente.

A nova norma traz uma linguagem mais clara e objetiva, como por exemplo, o artigo que trata da suspensão das atividades quando o local de trabalho não oferecer condições seguras para o exercício profissional, devendo o profissional formalizar imediatamente sua decisão por escrito ou por meio eletrônico à instituição e ao Conselho Regional de Enfermagem. Neste caso, o código mudou o texto instituição pública ou privada, pela palavra local de trabalho, corroborando com o direito trabalhista. 

"Garantimos o direito de comunicar casos de violência previstos na legislação, especialmente quando as circunstâncias impedem ou dificultam a manifestação das vítimas", ressaltou relator.

Para o conselheiro relator Jebson Medeiros, o novo Código de Ética concilia a defesa da sociedade com a proteção ao bom profissional, trazendo avanços, especialmente nos casos de violência doméstica. " Garantimos ao profissional de Enfermagem o direito de comunicar casos de violência previstos na legislação, especialmente quando as circunstâncias impedem ou dificultam a manifestação das vítimas", ressaltou.

Construção democrática- O processo de reformulação do Código de ética foi iniciado por Grupo de Trabalho estabelecido pelo Cofen. Os Conselhos Regionais enviaram suas contribuições após a realização de diversos encontros e conferências junto aos profissionais de Enfermagem, ouvidos também em consulta pública realizada no Portal Cofen.


O documento foi discutido e aprovado pelos 300 delegados representantes dos estado na I Conaeenf e submetido à Assembleia de Presidentes dos Conselhos Regionais, com transmissão ao vivo aberta a todos os profissionais. A versão consolidada do código foi então submetida ao plenário do Cofen, que fez alterações pontuais. O texto aprovado entrará em vigor 120 dias após a publicação no Diário Oficial da União (DOU).

Fonte: Ascom - Cofen 



http://www.cofen.gov.br/aprovado-novo-codigo-de-etica-da-enfermagem-brasileira_54247.html

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

PAI...





Hoje é dia de refletir...
Pare alguns minutos e reflita sobre a relação com o seu pai. 
Você têm um pai ausente ou presente?
Ah, quem pudera se todos os filhos tivesse a chance de ter e chamar de pai, papai, paizão, papito...essas são as verdadeiras palavras de amor ou deveria ser assim.
Por isso, pai é aquele...
Pai é aquele que cuida quando você está com cólica.
Pai é aquele que te ajuda a dar os primeiros passos.
Pai é aquele que te dá a primeira bicicleta e fica segurando pra você não se machucar.
Pai é aquele que preocupa com o filho quando está doente.
Pai é aquele que fica feliz com seu primeiro dente.
Pai é aquele que leva o filho para a escola e o espera na saída.
Pai é aquele que educa o filho com carinho.
Pai é aquele que ama o filho sem cobrança.
Pai é aquele que quando você cair é o primeiro a te levantar.
Pai é aquele que sussurra no ouvido do filho...Calma filho tudo vai ficar bem!
Pai é aquele que incentiva o filho.
Pai é aquele que ensina o filho a ter fé.
Pai é aquele que atende os telefones do filho.
Pai é aquele que liga para saber como o filho está.
Pai é aquele que manda mensagem.
Pai é aquele que não te abandona, mesmo que você esteja adulto.
Pai é aquele que admira sua cria.
Pai é aquele que não abandona os filhos porque se separou da esposa.
Pai é aquele que se preocupa com o filho.
Pai é aquele que quando você está triste faz qualquer coisa para te deixar feliz.
Pai é aquele que vai cuidar de você quando tiver 1,10,20,30,40,50...
Pai é aquele que vai te dar um puxão de orelha e ao mesmo tempo dar o melhor abraço do mundo.
Pai é aquele que o filho não precisa mendigar pelo seu amor. Pai é aquele que é o exemplo para o seu filho.

Pai é aquele que vai torcer por você entrar na faculdade e vai estar na primeira fila te aplaudindo de pé a sua vitória de mais uma etapa vencida.
Pai é aquele que prioriza a família, a respeita e ama.
Pai é aquele que dialoga com o filho, dando bons conselhos.
Pai é aquele que não perde nenhuma oportunidade pra ver o filho crescer.
Pai é aquele que vê no filho sua maior riqueza.
Pai é aquele que vira um leão para defender o filho.
Pai, papai, paizão, papito... essas deveriam ser as palavras diárias de um filho. O filho no decorrer de sua vida só almeja ser amado, cuidado, educado e ter a presença do pai.
Pai, aproveite a oportunidade! Se você tem a sorte de ter seu filho em suas mãos não a solte, porque muitos pais queriam estar em seu lugar para ser amado por ele. Filhos, se vocês tem um pai em suas mãos, aproveite esta oportunidade, ame, abrace, fale coisas bonitas para ele, porque muitos queriam estar em seu lugar, tendo um pai ao seu lado.
Autora: Izabela Aquino

BURSITE

 Introdução
A Bursite é um processo inflamatório de bolsa, que ‘’resulta no choque de tuberosidade do úmero, ocorre na porção do tendão do bíceps e do tendão do músculo supra- espinhal, com o arcoacromial, quando do movimento de elevação e/ou abdução do braço”, por causa do trabalho repetitivo que ocasiona a inflamação e posteriormente à dor, que com essa dor leva a muitos trabalhadores à ficarem de Atestado de Saúde Ocupacional (ASO).
            Segundo o dicionário Houaiss (2011), o trabalho pode ser conceituado como conjunto de atividades, produtivas ou criativas, que o homem exerce para atingir determinado fim. Porém essas atividades devem ser exercitadas de forma que não prejudique a saúde do trabalhador.
O conhecimento das doenças provocadas pelo trabalho deve ser conhecido pelo trabalhador, chefe e principalmente pelos profissionais da saúde, para que aconteça a prevenção das doenças provocadas pelo trabalho. O trabalhador e o chefe devem andar juntos para à qualidade de vida de seu trabalhador e dos serviços prestados pelos seus trabalhadores, por isso toda empresa deveria ter o Serviço de Saúde do Trabalho, para que esse trabalhador fosse ouvido e que esse profissional fosse muito bem orientado sobre os EPIs – Equipamentos de Proteção Individual para sua proteção e principalmente sobre a postura correta de realização de seus serviços.
             Inicialmente poderíamos supor que as doenças ocupacionais causadas pela postura sentada afetariam costas, pescoço e as pernas dos profissionais, mas dependendo das atividades executadas outras partes do corpo humano poderão ser afetadas, com poderão causar à dor de acordo com o que diz Ramazzini:
 A dor relacionada ao trabalho é descrita desde a Antiguidade (DEMBE, 1996), mas o registro clássico sobre a descrição de vários ofícios e danos à saúde a eles relacionados está contido na obra de Ramazzini (1985).
                                                        
              Por isso que surge a ergonomia no ambiente de trabalho, que funciona como uma relação de estudo entre seres humanos e máquinas, visando à segurança e o conforto, através de posturas e procedimentos.
  Neste trabalho, propõe – se analisar o ato de trabalhar em posição sentada, bem como as consequências de uma postura, e a importância da ergonomia nas atividades diárias dos profissionais.

  Bursite – Transtornos dos Tecidos Moles Relacionados com o uso, excessivo e a pressão de origem ocupacional.

Definição da doença - Descrição
             Os Transtornos dos Tecidos Moles Relacionados ao uso excessivo e a pressão, de origem ocupacional tem como características, as bursites de um processo inflamatório que acomete as bursas, pequenas bolsas de paredes finas, constituídas de fibras colágenas e revestidas de membrana sinivial, encontradas em regiões em que os tecidos são submetidos à fricção, geralmente próxima a inserções tendinosas e articulações. Sua localização mais importante é nos ombros, mas podem ser encontradas em outras regiões, que se apresentam como:
·         Sinovite crepitante crônica da mão e do punho (M70.0);
·         Bursite da mão (M70.1);
·         Bursite do cotovelo (do olecrano) (M70.2);
·         Outras Bursites do Cotovelo (M70.3);
·         Outras Bursites Pré – Rotulianas (M70.4);
·         Outras Bursites do Joelho (M70.5);
·         Outros transtornos dos tecidos moles relacionados com o uso, excessivo e a pressão (M70.8);
·          Transtorno não especificado dos tecidos moles relacionado com o uso, excessivo e a pressão (M70.9).

Os quadros de bursite que acometem o joelho, particularmente a bursite infra patelar, podem ser observados, com muita frequência em indivíduos que trabalham ajoelhados, como os aplicadores de carpetes, trabalhadores domésticos, faxineiros, religiosos e mineradores.
Nas bursites, o quadro clínico é caracterizado pela dor exacerbada pelo movimento das estruturas envolvidas, a identificação de um ponto sensível e doloroso, geralmente sobre a protuberância óssea, constitui um achado importante para selar o diagnóstico.
O diagnóstico da bursite baseia- se na história clínica, no exame físico e na análise do trabalho.


 Desvantagens que desencadeiam a bursite e as doenças relacionadas à     Saúde do Trabalhador

 Na maioria dos casos a Saúde do Trabalhador é prejudicada por falta de informações, Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e principalmente pela má postura que ocasiona lesões que atingem com maior frequência, os membros superiores e a região cervical, essas lesões provocarão inflamação comprometendo a articulação de punhos (tenossinovite), dos ombros (bursite), do pescoço (cervicalgia), dentre outros. Veremos a partir de agora as posturas e o que elas podem provocar em nosso corpo.
A postura sentada imprópria pode causar lesões e dores, sendo caracterizada pela parte superior das costas curvas ou corcunda. A má postura sentada é um hábito ruim, que pode ser mudado com um pouco de esforço e dedicação.
 A postura sentada possui desvantagens também, como flacidez dos músculos abdominais, curvatura da coluna vertebral, que prejudica o com funcionamento do sistema digestivo e respiratório, sobrecarga dos músculos das costas, entre outros.


Neste contexto, Saliba (2004, p.341-342) diz que as vantagens da posição sentada são: “baixa solicitação da musculatura dos membros inferiores, reduzindo, assim, a sensação de desconforto e cansaço; possibilidade de evitar posições forçadas do corpo; menor consumo de energia do corpo; facilitação da circulação sanguínea pelos membros inferiores”. As desvantagens segundo Saliba (2004, p.342) são: “pequena atividade física geral (sedentarismo); adoção de posturas desfavoráveis: lordose ou cifoses excessivas; estase sanguínea nos membros inferiores, situação agravada quando há compressão da face posterior das coxas ou da panturrilha contra a cadeira, se esta estiver mal posicionada.”
 Com toda essa má postura do trabalhador, o corpo terá grandes consequências como:
LME - Lesões Musculoesqueléticas caracterizadas por síndrome de dor crônica que ocorrem no exercício de uma dada atividade profissional, por isso se designam “ligadas ao trabalho”.
LMERT- Lesões Musculoesqueléticas relacionadas ou ligadas ao trabalho, as lesões que resultam da ação de fatores de risco profissional com a receptividades, a sobrecarga e/ou a postura adotada durante o trabalho.
As LMERT caracterizam – se por sintomas como:
·         Dor a maioria das vezes localizada, mas que pode irradiar para áreas corporais;
·         Sensação de “dormência ou de formigueiro” na área afetada ou em área próxima;
·         Sensação de peso;
·         Fadiga ou desconforto localizado;
·         Sensação de perda ou mesmo perda de força.


Com as características de LMERT os sintomas podem ser afirmados por:

           
                                                                      Coury (1995, p.1) diz que “a sobrecarga imposta pela postura sentada vai sendo sentida gradualmente por todas as partes do nosso corpo; começam a surgir dores, formigamento, sensação de peso nas costas, pescoço, pernas, braços e mãos.”


As LMERT podem ser agrupadas de acordo com a estrutura afetada:

 Tendinites ou tenossinovites

As Tendinites ou tenossinovites são lesões localizadas ao nível dos tendões e bainhas tendinosas de que é exemplo de tendinite de punho.

 Síndrome do túnel cárpico

A síndrome túnel cárpico é uma neuropatia, isto é, uma lesão de um nervo periférico, provocada pela compressão do nervo mediano num espaço limitado, o túnel cárpico, localizado no punho.

Tendinites do punho ou as tenossinovites do punho

As Tendinites do punho ou as tenossinovites são desencadeadas pela realização de movimentos repetitivos de flexão/extensão do punho e dedos, mesmo quando são realizadas com o manuseamento de pequenas cargas, ou pela manutenção de uma carga em postura inadequada.

 Epicondilete e epitrocleite

A epicondilete ou a mediana são tendiopatias que surgem como resposta à sobrecarga do cotovelo por gestos repetitivos ou pela manipulação de cargas excessivas ou de cargas mal distribuídas.


   Raquialgias
           
As raquialgias, geralmente chamadas de “dores nas costas ou das cruzes”, são as queixas mais frequentemente associadas ao trabalho. Os sintomas variam de acordo com a região da coluna vertebral afetada: cervical, dorsal ou lombar. As lombalgias e as cervicalgias são as queixas mais frequentes.

Cistos sinoviais

Os Cistos sinoviais são decorrentes da degeneração mixóide do tecido sinovial, podendo aparecer em articulações, tendões, polias e ligamentos. São tumorações císticas, circunscritas, únicas ou múltiplas, geralmente indolores, localizando- se, frequentemente, no dorso do punho. O aparecimento de um cisto sinovial é um sinal de comprometimento inflamatório localizado, com degeneração tecidual variável.



  Diagnóstico dos transtornos dos tecidos moles relacionados ao uso excessivo e a pressão de origem ocupacional
 O diagnóstico dos transtornos dos tecidos moles relacionados ao uso excessivo e a pressão de origem ocupacional é clínico, baseando-se nos elementos de história e no exame físico do paciente.


Prevenção dos Transtornos dos tecidos moles relacionados ao uso excessivo e a pressão de origem ocupacional
            A prevenção dos transtornos dos tecidos moles relacionados ao trabalho requer avaliação e monitoramento das condições e dos ambientes de trabalho, particularmente do modo como as tarefas são realizadas, especialmente nas atividades que envolvem esforço repetitivo, movimentos bruscos, uso de força, posições forçadas e por tempo prolongado de segmentos corporais e articulações (joelhos, tornozelos, cotovelo e punhos). Entre os expostos destacam-se:
ü  Trabalhadores domésticos;
ü  Serviços de limpeza;

ü  Ocupações da indústria da construção;
ü  Algumas atividades de operação e de manutenção de equipamentos, como na indústria petrolífera, petroquímica, atividades em serviços de saúde, como manejo de pacientes, de macas e equipamentos, entrem outros.
A prevenção desses agravos requer uma ação integrada e articulada entre os setores de assistências e os de vigilância. É importante que o paciente seja cuidado por uma equipe multiprofissional, com abordagem interdisciplinar, capacitada a intervir e a dar suporte aos sofrimentos físico e psíquico do trabalhador e aos aspectos sociais de intervenção nos ambientes de trabalho.
A intervenção sobre os ambientes de trabalho deve basear em uma análise criteriosa de organização do trabalho que inclui:
ü     Análise ergonômica do trabalho da atividade, do conteúdo das tarefas, dos modos operatórios e dos postos de trabalho, do ritmo e da intensidade do trabalho, dos fatores mecânicos e condições físicas dos postos de trabalho, das normas de produção, dos sistemas de turnos, dos sistemas de premiação, dos incentivos, dos fatores psicossociais, individuais e das relações de trabalho entre colegas e chefias;
ü    Medidas de proteção coletiva e individual implementadas pelas empresas;
ü    Estratégias de defesa, individuais e coletivas, adotadas pelos trabalhadores.
ü    É importante garantir a participação dos trabalhadores e a sensibilização dos níveis gerenciais para a implementação das modificações na organização do trabalho.
Por causa dessas características toda empresa deve disponibilizar exame médico periódico que visa à identificação de sinais e sintomas para a detecção precoce da doença por meio de:
ü    Avaliação clínica com pesquisas de sinais e sintomas, por meio de protocolo padronizado e exame físico apurado;
ü    Exames complementares orientados pela exposição ocupacional;
ü    Informações epidemiológicas.

Recomenda-se o monitoramento clínico por meio da aplicação de instrumentos padronizados de pesquisas de sintomas referidos. Não está justificado o uso de exames de imagem (raios-X e outros) nos exames pré – admissionais e periódicos. Aplicam- se somente nos casos em que é necessário firmar diagnóstico e realizar diagnóstico diferencial.
  
Como podemos observar o conteúdo deste texto somente foi possível após um trabalho de pesquisa minucioso que exigiu uma análise e uma reflexão profunda sobre os Transtornos dos Tecidos Moles – Bursite – Relacionados com o uso excessivo de pressão, origem ocupacional.
            Os Transtornos dos Tecidos Moles – Bursite – Relacionados com o uso excessivo de pressão, origem ocupacional, acontece pelo fato de todos os profissionais de diversas áreas, não estão preparados para a forma correta na hora do trabalho provocando para si mesmo dores é também vários afastamentos desses profissionais no campo de trabalho.
            Por isso que esse trabalho tem como objetivo de mostrar o que acontece com a Saúde do Trabalhador no campo de trabalho é claro a participação do profissional de saúde voltado para a ergonomia desses trabalhadores



 Referências Bibliográficas


Andrade, Everaldo Nery de; Ângelo, Fábio Martins; Castro, Patrícia Cardoso de; Fernandes, Ramayana Gomes; Reis, Cássia Batista; Silveria, Dahyan Wagner da Silva; Silva, Leandro; Estudo dos Recursos Mecanoterapéuticos Utilizados na Manutenção da Mobilidade – Uma Revisão Bibliográfica; Rev.Saúde.Com 2007;  Jequié – BA; 75-84.

Cruz, Gleice Araújo da Cruz; Lima, Johnson Brito de; Trabalho Sentado: Riscos Ergonômicos Para Profissionais de Bibliotecas, Arquivos e museus; Revista Brasileira de Arqueometria, Restauração e Conservação; Volume 3; 2011; 1-7.

Dias, Elizabeth Costa; Doenças Relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde; Ministério da Saúde- Organização Pan – Americana da Saúde; Brasília –DF; 2001; 459-462.

 Siqueira GR; Vieira RAG; Ocorrência de lombalgia em Fisioterapeutas; São Carlos – SP; volume 12; número 3; junho 2008; páginas 222- 227.


Uva, Antônio Souza; Carnide, Filomena; Serranheira, Florentino; Miranda, Luís Cunha; Lopes, Maria Fátima; Lesões Musculoesqueléticas Relacionadas ao Trabalho- Guia de Orientação para a prevenção; Direção Geral de Saúde 2008; Portugal; Ministério da Saúde; 1-16.








quarta-feira, 25 de outubro de 2017

ENFERMEIRO E ORIENTAÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA PARA ADULTOS

}  Em julho de 1992 quando a American Hearth Association, declarou que a inatividade física colocava as pessoas sob um maior risco de doenças, como tabagismo, hipertensão, etc.
}  O tipo e a intensidade adequada dos exercícios dependerão das características individuais, do nível atual de condicionamento físico e de outras preocupações específicas com relação a saúde.
}  O exercício físico como apoio ao tratamento de muitas doenças com resultado positivo, não somente no aspecto físico como psicológico, alívio cardiopulmonar, e a reeducação alimentar, propiciando benefícios a pacientes com doenças neoplásicas e aos imunodeprimidos.
}  Os exercícios são indicados para prevenção, tratamento e reabilitação de doenças e deformidades, promoção de aptidão para as atividades da vida diária, para o trabalho, o lazer, o desempenho esportivo, assim como para estimular a estética corporal e o bem estar emocional.



}  Atividade Física
Há alguns anos, a prática de atividade física vem fazendo parte do estilo de vida da população brasileira e todos os grupos etários tem sido encorajados a uma vida ativa a fim de compensar os avanços tecnológicos que nos tornam, cada dia mais, sedentários.
}  A  sociedade abraçou essa prática como sinônimo de bem-estar e qualidade de vida, e isso, acabou se refletindo também nos profissionais da área da saúde, que estão se preparando cada vez mais, e em maior número para atender essa demanda da população. O exercício profissional da enfermagem tem apresentado em elevado grau de particularidade, exigindo propósitos coerentes e bem definidos.
}  O enfermeiro precisa contribuir no desenvolvimento, no crescimento e na renovação dos conhecimentos de sua área, propondo uma assistência de enfermagem sistematizada para praticantes de atividade física e para atletas.


Evite problemas com exercícios
}  Ginástica sem orientação pode provocar lesões nas articulações do joelho ou nos tendões, dores na coluna, nos ombros e pescoço, distensão muscular, desmaios e até paradas respiratórias.
Saúde é Prazer de Viver. Ficar em casa assistindo televisão, comendo pipocas, deitado e ouvindo música pode oferecer muito mais riscos à saúde do que fumar, beber, estar com uns quilinhos a mais ou ser hipertensão. Isso porque o sedentarismo é um dos principais fatores de riscos para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, como problemas cardiovasculares, cânceres e diabetes.
}  . De acordo com dados do Ministério da Saúde, a inatividade física é responsável por 54% dos riscos de morte por distúrbios cardiovasculares, 50% dos de derrames fatais e 37% dos riscos de casos de câncer. Para fugir dessas estatísticas só há uma alternativa: levante-se do sofá, deixe a preguiça de lado e mexa-se!
}  O tipo de exercício não importa desde que seja praticado moderadamente e orientado por profissional habilitado que respeite, acima de tudo, o limite físico de cada pessoa. Os benefícios são consideráveis: redução da pressão arterial e dos níveis de colesterol, queima de calorias, controle da diabetes, fortalecimento muscular e ósseo, melhora na capacidade pulmonar e na flexibilidade das articulações. Além disso também há aumento da auto-estima e do bem-estar, redução do estresse e melhoria no convívio Social.



BIBLIOGRAFIA

Pedrosa JIDS, Teles JBM. Conselho e diferença em equipes do programa saúde da familia. VER. Saúde pública 2001
WWW SAÚDEEMMOVIMENTO.COM.BR

terça-feira, 24 de outubro de 2017

RECEITA - OMELETE DE FORNO


2 abobrinha médias raladas com casca
3 ovos
4 colheres de sopa de farinha integral
1 xícara de chá de queijo branco ou mussarela em cubinhos
Tempero a gosto
Sal a gosto
Misture tudo e coloque no forno por 30 minutos









segunda-feira, 23 de outubro de 2017

CONTROLE DOS INSETOS, ARTRÓPODES E ROEDORES

Artrópodes

            A classe dos aracnídeos compreende os artrópodos que possuem quatro pares de patas, dois pares de peças bucais (quelícias e pedipalpos) e de hábito terrestres. São eles as aranhas, escorpiões, pseudo-escorpiões, escorpiões vinagre, salpúgidos, carrapatos, ácaros e outros grupos de menor representatividade.

Artrópodes de interesse sanitário

·         Aranhas. Exemplo: Loxosceles sp, Phoneutria sp (Aranae: Araneidae);
·         Sarcopta. Exemplo: Sarcoptes scabiei ( Acarina: Sarcopitidae);
·         Carrapatos. Exemplo: Amblyomma cajanneense (Acarina: Acaroidae);
·         Escorpiões. Exemplo: Tityus serrulatus (Scorpiones: Scorpionidae);]


Aranhas
Inocula o veneno por meio de suas picadas. Os casos fatais são raros e assim mesmo só ocorrem em pessoas de pouco peso, debilitadas ou em más condições físicas.
Entre as aranhas que causam acidentes com maior frequência, as espécies que têm maior importância são as seguintes:

·         Loxosceles gaúcho e L. intermédio: sua picada produz dor local, que aumenta gradatividade, acompanhada de edema, rubor, equimose regional e finalmente necrose do local;
·         Phoneutris nigriventer: produz dor imediata e muito imensa no local da picada e ocasionalmente, se verifica rubor e edema no local;

·         Viúva negra (Latrodectus curacariensis): dor local imediata e muito intensa, dores musculares, náuseas, vômitos, dificuldade de visão, podendo levar o indivíduo à morte por choque;
O controle das aranhas deve ser buscado limpando-se sistematicamente o domicílio e peridomicílio (evitando-se entulhos) e também pela aplicação de inseticidas nos locais que servem de esconderijo e criadouro.
·         Sarcoptas

O Sarcoptes scabiei é o agente etiológico da sarna ou escabiose. As fêmeas vivem em galerias ou túneis cavados na pele, onde depositam os ovos. São parasitas permanentes e obrigatórios, localizando-se de preferência onde a pele é mais fina: espaços interdigitais, face anterior do antebraço, dobra do cotovelo, axilas, órgãos genitais, seios, nádegas e faces internas das coxas. Em grandes infecções pode atingir o corpo todo, exceto o rosto. A transmissão da sarna dá-se pela passagem da fêmea fecundada, seja por contato corporal, seja por meio de roupas do corpo ou da cama, preferencialmente à noite, quanto é maior a atividade dos parasitas. A doença se caracteriza-se por coceiras intensas. É tratada com loções ou pomada compostas de elementos capazes de destruir o parasita, sob orientação médica.

O importante para o controle do artrópodo é a higiene pessoal. Em caso de epidemia, a roupa deve ser lavada em água quente. Para orientações terapêuticas dos indivíduos deve-se procurar os serviços locais de saúde.

·         Carrapatos
São arredondados e achatados no sentido dorsoventral estando a cabeça e o tórax fundidos em uma só peça. Os dentes são recurvados, permitindo sua fixação no hospedeiro, ao picar para sugar o sangue. São responsáveis pela transmissão de algumas riquetsioses.
O combate aos carrapatos é feito pela aplicação de substâncias carrapaticidas nos animais domésticos, especialmente o gado e os cavalos.

·         Escorpiões
Embora os escorpiões não sejam vetores de doenças, inoculam veneno que de acordo com a espécie pode ser fatal. Todavia, sua abordagem pelo saneamento se dá por serem encontrados em entulhos de obras e outros objetos de forma desorganizada no peridomicílio e domicílio.

Em certas espécies, cujo veneno é do tipo menos tóxico, os sintomas após a ferroada consistem numa dor repentina e aguda, seguida de uma dormência na área atingida, que logo se torna edemaciada. Esses sintomas passam após um ou duas horas, sem maiores consequências.
Os escorpiões considerados venenosos são os Tityus serrulatus “escorpião amarelo”, de hábito domiciliar e o Tityus bahiensis “escorpião marrom”, que vive mais nos campos, cerrados e matas poucos densas. O veneno dessas espécies apresenta qualidades neurotóxicas.
Para o controle do escorpião devem ser contatados os serviços locais de saúde para as devidas orientações e formas apropriada de expurgo. Cuidados devem ser tomados quanto a limpeza e higiene do peridomicílio e domicílio.


Uso de inseticidas no controle de artrópodos

Requisitos para um bom inseticida:
·         Pouca toxidez para o homem e os animais;
·         Eficácia no combate a grande variedade de insetos de mesmo hábitat ou hospedeiros comuns;
·         Propriedade residual de longa duração;

·         Baixo custo;

·         Capacidade de emprego em fórmulas diversas;
·         Facilidade de utilização;
·         Não ser repulsivo para o homem;
·         Efetividade em doses baixas;
·         Resistência à umidade, à temperatura e à luz;
·         Ter material orgânico sintético como base e não estar sujeito a variações em sua composição e em sua atividade biológica.

Tipos de inseticidas:
Quanto à toxidade podem ser:
Tóxicos por via respiratória:
·         Modo de ação: entram no organismo do inseto e são transportados até o sistema respiratório.
·         Uso: muito empregados como praguicidas com fins especiais, mas não como larvicidas.
Tóxicos por via digestiva:
·         Modo de ação: devem ser ingeridos pelos insetos e absorvidos pelo seu sistema digestivo.
·         Uso: é utilizado como praguicidas para fins especiais, mas não mais como larvicidas.

Tóxicos por contato:
·         Modo de ação: atravessam a parede do corpo do inseto.
·         Quanto à composição química:
- Inorgânicos: não são usados como larvicidas; alguns, como os compostos de mercúrio, contaminam o ambiente.
-Naturais/ Orgânicos:
-Produtos extraídos de petróleo:
Modo de ação: são tóxicos e sufocam.
Uso: amplamente usados como larvicidas.
·         Piretro:
Modo de ação: veneno neuromuscular.
Uso: como ação larvicida.
·         Alcalóides:
Modo de ação: veneno neuromuscular.
Uso: alguns são usados como praguicidas.


Compostos organoclorados:
            Constituem o grupo químico de inseticidas pioneiro, largamente utilizado no controle de artrópodos. A maioria dos compostos deste grupo foi desenvolvido entre as décadas de, e deriva do cloro, hidrogênio, carbono, e eventualmente de oxigênio. Atuam por ingestão de contato, e por mecanismos não muito bem esclarecidos, bloqueando a transmissão dos impulsos nervosos.
·         Modo de ação: veneno neuromuscular, onde a maioria atua como veneno estomacal, por contato e fumigantes.
·         Uso: muito limitado e não como larvicidas. É proibido em virtude do efeito acumulativo no ambiente e em organismos que intervém na cadeia alimentar.


Insetos
            Cerca de três quartos das poucos mais de 1 milhão de espécies de animais descritas no mundo são insetos. Isto é um bom indicativo do sucesso evolutivo desse grupo de animais e não pode ser ignorado pelo homem nas ações pretensiosas de eliminação dos insetos do ambiente urbano e rural.
            Há uma variedade imensa de ambientes em que os insetos se adaptaram a viver, incluindo os ambientes criados pelo homem no processo de ocupação do território, e continuam se adaptando às modificações produzidas pelo homem no ambiente. Exemplos curiosos são o uso das calhas das casas pelo mosquito para oviposição ou o uso de tubulações elétricas para colonização dos prédios pelas baratas da espécie. A grande maioria dos insetos que encontramos em nosso caminho não é considerada pragas por não causarem danos à saúde ou repulsa.
            Portanto, a convivência equilibrada com os insetos é esperada em qualquer ambiente, sendo muitas vezes necessária, e somente as infestações desequilibradas devem ser combatidas. A compreensão da naturalidade da convivência com os insetos é essencial para que medidas corretas de controle sejam tomadas.

Baratas
            Baratas domésticas são aquelas que vivem dentro de resistências (domicílios ou estruturas construídas pelo homem), no peridomicílio (dessas estruturas) e tais como caixa de gordura, esgoto, bueiros e outros locais úmidos e escuros.
            As espécies de baratas mais comuns em domicílios no Brasil são:
·         Periplaneta americana (Linnaeus) – barata de esgoto
·         Blatella germânica (Linnaeus) – barata alemã

 Métodos de prevenção
As seguintes recomendações propiciam um controle preventivo das baratas ou a diminuição da infestação, no caso de já se encontrarem no ambiente:
·         Verificação dos locais onde há acúmulo de lixos recolhendo-os ou fechando-os hermeticamente, devendo manter a casa sempre limpa e o terreno em volta sempre capinado. Remover diariamente todo o lixo em sacos plásticos, principalmente restos alimentares. Lavar periodicamente a lixeira, mantendo-a seca e bem fechada.
·         Conservação dos alimentos de modo a impedir o alcance das baratas. Doces, pães, biscoitos devem ser guardados em vasilhas bem fechadas ou na geladeira.
·         Limpeza periódica (quinzenal) de caixas de gordura, mantendo-as sempre bem fechadas.
·         Eliminação dos abrigos rebocando-se ou vedando com silicone frestas e outras fendas e eliminação de mesas e armários de madeira das áreas de alimentação. As frestas de armários de cozinha, em cima e abaixo da pia, devem ser vedadas e deve ser feita limpeza periódica do interior destes armários.
·         Limpeza diária do fogão e embaixo da geladeira e manutenção da bancada da pia bem seca e limpa durante a noite.

·         Revisão de mercadorias e o descarte total de todas as embalagens de papelão ou de madeira usadas para o transporte de alimentos (insetos adultos ou seus ovos são disseminados desta maneira).
·         Eliminação/inspeção dos locais de acesso, tais como: conduítes elétricos, canalizações de águas pluviais, interruptores de luz, saídas de telefones, etc. Manter bem justas as tampas, trocando os espelhos de tomadas ou interruptores quebrados.
·         Limpeza periódica dos ralos da cozinha, área de serviço e banheiros que devem ser do tipo abre e fecha para impedir a passagem de insetos quando em desuso.

·         Vedação de borracha em todas as portas que dão para o exterior das edificações.
Os habitats preferenciais das baratas são perto das fontes de calor e abrigos como motores de geladeira, freezer, fogões, fornos, coifas, estufas e outros maquinários, locais com pouca ou nenhuma luminosidade. Portanto, deve-se sempre examinar armários, gabinetes, guarnições de portas, prateleiras, quadros de energia elétrica, forros, sob pias e bancadas, depósitos, ralos, caixa de inspeção em cozinhas, rede de tubulações, lixeiras, nos pés e sob os balcões e mesas. Verificar as borrachas de portas de freezers e geladeiras, gabinetes e armários cujas fórmicas estejam soltas ou o compensado esteja muito úmido e dilatado.

Métodos de Controle
            A estratégia básica de controle implica na adoção de medidas de saneamento do meio, conforme visto em medidas preventivas de controle, e aplicação de inseticidas nas áreas de abrigo do inseto.
            Hoje em dia existem vários tipos de formulações inseticidas que podem ser aplicadas com segurança no ambiente doméstico, desde formulações líquidas, até sólidas (iscas a base de gel, grânulos, armadilhas, etc.).
            A aplicação de inseticidas deve ser orientada para os locais de abrigo destes insetos, assim como frestas e ranhuras existentes na estrutura. Podem ser aplicados também em superfícies, visando os locais por onde a barata supostamente irá caminhar (aplicações em banda, nos cantos de paredes e aplicações ao redor do domicílio ou peridomiciliar).
Formigas

            As formigas são insetos sociais que vivem em colônias. No Brasil estão catalogadas mais de 2000 espécies.
            Todas as formigas picam. Algumas têm ferrão podendo sua picada gerar processos alérgicos.
            Certas espécies podem afetar negativamente o homem, infestando casas ou apartamentos, causando incômodo, atacando alimentos ou provocando danos às estruturas por causa de suas atividades na construção de ninhos. Elas ainda alteram a aparência de gramados, campos de futebol e parques com suas numerosas colônias.

Controle de formigas cortadeiras
Controle Mecânico
            Este tipo de controle somente é viável quando o formigueiro ainda é jovem. Consiste na retirada do ninho escavando-se o local até encontrar a (s) panela (s) de fungo juntamente com a rainha. É um controle efetivo principalmente quando a área infestada é pequena. Pode-se também fazer uso de um cone invertido, de qualquer material resistente com graxa na parte interna (borracha, plástico ou lata) preso ao tronco da planta para impedir a subida das formigas no vegetal.
Controle Químico
             O controle químico pode ser efetuado por meio de iscas granuladas, pós secos, líquidos termonebulizadores ou gases liquefeitos.

Moscas
            Uma espécie de muito interesse para o saneamento é a mosca doméstica. Ela tem como característica, ao alimentar-se, lançar sua saliva sobre os matérias sólidos, para dissolvê-los e, depois aspirá-los. Os alimentos recém-ingeridos acumulam-se na região esofagiana. Depois, aos poucos, a mosca regurgita esse material para encaminhá-lo ao estômago.
            As pernas das moscas terminam com para de garras, pelos glandulares e espinhos plumosos. Esse conjunto de estruturas adesivas são responsáveis pelo transporte mecânico de germes de um lugar para outro, facilitando a contaminação do alimentos humanos, após as moscas terem frequentado o solo ou dejetos deixados a descoberto.
            Também por via digestiva podem propagar doenças quando defecam após a alimentação, onde pousam.
            As fêmeas põem, de cada vez, de 100 a 150 ovos alongados e o ovopositor depositados em lugares escondidos onde haja matéria orgânica em decomposição ou fermentação, como: lixo, esterco de animais, fezes humanas, resíduos vegetais, etc.
            As moscas têm grande capacidade de vôo, percorrendo até 10 km em 24 horas, alcançando um bom poder de dispersão. Apresentam hábitos diurnos, procurando lugares eliminados e quentes. Aceitam qualquer tipo de alimento, desde que líquidos ou solúveis em sua saliva. São atraídas tanto pelo lixo e esterco como pelo leite, substâncias açucaradas e alimentos humanos.
            Do ovo saem larvas alongadas em menos de 26 horas e à temperatura geralmente acima de 15° C. Crescem rapidamente mudam de “pele” (ecdise) por diversas vezes e alcançam o tamanho máximo de 1 cm. Abandonam o ambiente onde se encontram e buscam em todas as direções um lugar seco, de terra batida ou área cimentada, transformando-se em pupas. A fase larval dura de três a quatro dias e a fase pupal de quatro a cinco dias.
            A mosca adulta no verão vive cerca de um mês aumentando o tempo de vida nos meses mais frios.

Medidas de Controle
·         Permanentes: consistem na eliminação de meios favoráveis à procriação de moscas. Exemplo: a disposição sanitária adequada do lixo e dos dejetos e a construção de estrumeiras;
·         Temporária: consistem no envenenamento das larvas e das pupas, e no combate à moscas adulta pela captura e do uso de inseticidas.
As medidas permanentes, principalmente as que se destinam ao controle da procriação, são as mais eficientes. Entretanto, outros meios devem ser adotados visando a impedir o acesso de moscas às habitações, aos estabelecimento de gênero alimentícios e aos locais de trabalho.
As estrumeiras à prova de moscas geralmente são dotadas de plataformas de concreto cercadas de água, de modo que a larva não alcance a terra para transformar-se em pupa.
As estrumeiras à prova de moscas geralmente são dotadas de uma cobertura com tela, a fim de evitar qua as moscas se aproximem do esterco e que as larvas nele existentes possam escapar à ação do calor durante a fermentação.
Pode-se fazer estrumeiras mais simples, colocando-se o estrume em montes e cercando-os com canais de concreto, onde circula água permanentemente.
A proteção da habitação visando a impedir o acesso da mosca ao alimento do homem poderá ser feita seguintes processos:
·         Telando portas e janelas nas áreas infestadas;
·         Usando portas duplas na entrada, havendo um pequeno vestíbulo entra a primeira e a segunda providas de mola para fechamento automático;
·         Protegendo diretamente os alimentos para impedir o acesso das moscas;
·          O envenenamento das larvas e das pupas é feito pela aplicação de produtos químicos nos montes de esterco, no lixo, nas fezes e em locais onde as moscas possam procriar e pousar.
·         Um produto comumente utilizado é o bórax (borato de sódio), um sal derivado do ácido bórico, que deve ser aspergido sobre a estrumeira na proporção de 1k por m.
·         A água fervente é usada com bons resultados em pequenos focos.
·         Armadilhas: são alçapões que constam de uma “gaiola” feita com tela fina, para que as moscas sejam atraídas ao seu interior. Utiliza-se como isca um alimento de sua preferência.
  
Roedores
            A luta contra os roedores é um desafio permanente e histórico da humanidade. Os métodos de exploração da natureza desenvolvidos pelo homem favorecem a instalação e proliferação de roedores. Embora a maioria das espécies de roedores viva em ambientes silvestres num perfeito equilíbrio com a natureza e fazendo parte da cadeia alimentar de espécies predadoras (aves de rapina, cobras, lagartos) algumas espécies de roedores adaptaram-se melhores condições ambientais criadas pelo homem, sendo considerados roedores sinantrópicos comensais. Estas espécies, diferente dos roedores silvestres vivem próximas ao homem, principalmente o murídeos (Rattus e Mus), onde encontram água, abrigo e alimento para sobreviver. Os roedores são dotados de uma extraordinária adaptabilidade, podendo sobreviver e proliferar em condições adversas nos mais variados ambientes. São extremamente habilidosos e resistentes, tornando–se necessário um conhecimento aprofundado de sua biologia e comportamento, a fim de serem controlados de uma forma efetiva.

Importância econômica e sanitária
            Os roedores causam enormes prejuízos econômicos ao homem, inutilizando em torno de 4% a 8% da produção nacional de cereais, rações e sementes. Os prejuízos causados pelo roedor aos alimentos de consumo humano e animal se dá pela ingestão de estragos em rações e farelos, bem como pela roedor aos alimentos de consumo humano e animal se dá pela ingestão e estragos em rações e farelos, bem como pela quebra parcial de grãos, pelas roeduras. Nos campos, destroem as sementes recém- plantadas e atacam os cereais, tanto na espigagem como depois de colhidos e armazenados. Desta forma, podem devastar culturas de arroz, trigo, milho, cacau e cana- de- açúcar.
            Em virtude de ao seu hábito de roer, estes animais podem também causar graves acidentes, em consequência dos danos que causam às estruturas, maquinários e materiais, podendo, por exemplo, penetrar em computadores, fios elétricos, cabos telefônicos e ocasionar curtos-circuitos e incêndios.
            Além dos prejuízos econômicos, os roedores causam prejuízos à saúde humana, pois são transmissores de uma série de doenças ao homem e a outros animais, participando da cadeia epidemiológica de pelo menos 30 zoonoses. Leptospirose, peste, tifo murinho, hantaviroses, salmoneloses, febre da mordedura, triquinose, são algumas das principais doenças nas quais o roedor participa de forma direta ou indireta.

Aspectos da biologia e comportamento dos roedores
            O hábito de roer é necessário para desgastar seus dentes incisivos, que são de crescimento contínuo. Roem também para vencer obstáculos colocados em seu caminho, geralmente na busca de alimento ou de sítios de instalação da colônia.
            São animais de hábito noturno, necessitando de habilidades sensoriais para se locomover livremente, sair em busca de alimento e fugir de predadores no escuro. Enxergam mal, mas apresentam alta sensibilidade à luz, percebendo variações de claro e escuro. Entretanto, sua habilidade olfativa é muito desenvolvida, mexendo continuamente o seu focinho e cheirando todo o ambiente, assim localizando determinado alimento preferido no meio de outras substâncias de menor determinado alimento preferido no meio de outras substâncias de menor interesse ou detectando odores atrativos ou repelentes. Seu paladar apurado e sua memória para gostos permitem que detecte pequenas quantidades de substâncias tóxicas no alimento, uma vez experimentado tal sabor.
            A audição do rato é um de seus sentidos mais desenvolvidos, pois reage a qualquer barulho repentino e também ao ultra-som, ajudando a detectar e escapar do perigo com muita antecedências. Entretanto, o tato é o sentido mais desenvolvido, suas vibrissas (bigodes) estão em contínuo movimento, em contato com o chão, muros ou objetos próprios, auxiliando a orientação do animal. Longos pelos tácteis ou sensitivos espalhados por seu corpo, quando em contato com superfícies verticais, auxiliam, também, na sua orientação.
            Em caso de perigo iminente, o comportamento de fuga se alastra em cadeia na colônia, sem que a causa real da ameaça seja percebida por todos, bastando que um primeiro animal perceba o perigo e inicie o movimento de fuga, sendo em seguida imitado pelos demais. Os roedores vivem em colônias ou agrupamentos, cujo número varia conforme as condições ambientais do território.
            As espécies sinantrópicas comensais, a ratazana (Rattus norvegicus), o rato de telhado (Rattus rattus) e o camundongo (Mus musculus), são particularmente importantes do ponto de vista sanitário.

O controle de vetores
            O controle de roedores sinantrópicas se baseia, atualmente, no manejo integrado, isto é, no conhecimento de biologia, hábitos comportamentais, habilidades e capacidade físicas do roedor associado ao conhecimento do meio ambiente onde estão instalados. Desta forma, compreende um conjunto de áreas voltadas ao roedor a ser combatido, mas também sobre o meio ambiente que o cerca, praticados de forma simultâneas, permitindo o seu controle.
            As diferentes fases contidas no manejo integrado de roedores são:
·         Inspeção: consiste a ser controlada, buscando –se levantar informações e dados a respeito da situação, encontrada, para melhor conhecer e orientar as medidas.
·         Identificação: consiste na identificação das espécies infestantes, o que fornecer, pelo conhecimento de sua biologia e comportamento, orientações a respeito do controle a ser estabelecido;
·         As medidas Corretivas e Preventivas: é o conjunto de medidas que visam dificultar aou até mesmo impedir a penetração, instalação e a proliferação de roedores. Basicamente, compreende a eliminação dos meios que propiciem aos roedores acesso ao alimento, abrigo e água. Compreende, também, as áreas de informação, educação e comunicação social às população o envolvida na problemática roedor.

Para que as áreas de anti-ratização, sejam viabilizadas, é necessário agilizar os serviços de coleta de lixo, aprimorar a utilização de aterros sanitários e promover o envolvimento e participação da comunidade nas atividades de prevenção e o controle, melhorando as condições de vida e moradia da população.
·         Desratização: compreende todas as medidas empregadas para a eliminação dos roedores, pelos métodos mecânicos (ratoeiras e gaiolas), biológicos (por exemplo: gatos e outros animais predadores e utilização de bactérias letais aos roedores) e químicos (uso de raticidas).
Essas ações de combate deverão ser acompanhadas de medidas de saneamento e controle ambiental.
Para maior eficiência a desratização deve ser realizada paralelamente aos trabalhos de limpeza e saneamento, a fim de se evitar a disseminação da população de roedores.
Em áreas endêmicas de peste e tifo murinho, recomenda-se aplicar inseticida no local, anterior ou simultaneamente às desratização, evitando, assim, que as pulgas dos ratos mortos, busquem outros hospedeiros, inclusive o homem.
Métodos mecânicos: pelo uso de armadilhas que capturam o animal vivo (incruentas), como as gaiolas, e as que produzem a morte do animal durante a captura (cruentas), Estas últimas mais conhecidas, como ratoeiras “quebra-costas”, são de ótimos resultados contra camundongos, mas limitadas contra ratazanas ou ratos de telhado. O uso de ultra-som e aparelhos eletromagnéticos são também considerados métodos mecânicos.
·         Métodos biológicos: o uso de cães e gatos como predadores de roedores parece não representar grande perigo aos roedores, pois estes convivem com os mesmos, alimentando-se de seus restos de comida. Em área rural, predadores naturais de roedores como algumas aves, carnivorors e oflidos exercem certa atuação no controle de pequenos roedores. Já a utilização de bactérias patogênicas ao roedor como, por exemplo, o uso de produtos raticidas às base de Salmonella enteritidis foi proibido nos Estados Unidos em 1920, na Alemanha em 1930 e no Reino Unido em 1960 pois presume-se que todas as cepas de Salmonella enteritidis são patogênicas ao homem; no Brasil, seu uso não é permitido.
·         Métodos Químicos: raticidas são compostos químicos especialmente estudados, desenvolvidos e preparados para causar a morte do animal.
Quanto as rapidez de efeito, os raticidas podem ser classificados em agudos e crônicos.
·         Raticidas agudos: são aqueles que causam a morte do roedor nas primeiras 24 horas após a sua ingestão. Foram proibidos no Brasil, pois são inespecíficos, alguns deles não, possuem antidoto e podiam induzir a tolerância no caso de ingestão de subdoses pelos roedores. São raticidas agudos a estricnina, o arsênico, o 1.080 (monofluoracetato), 1081 (fluoracetamida), sulfato de tálio, piridinil uréia, sila vermelha, fosfeto de zinco, norbomida, castrix e antu.
·         Raticidas crônicos: são os que provocam a morte do roedor alguns dias após a ingestão do mesmo. São largamente utilizados no mundo devido às sua grande margem de segurança e às existência de antídoto altamente confiável, a vitamina K1 injetável.

Quanto as formas de apresentação dos raticidas, podem ser classificados em:
Iscas: geralmente constituídas por uma mistura de dois cerais, pelo menos, alimento este mais apreciado pelo roedor (milho, arroz, cevada, centeio, etc.) Essas iscas podem ser moldas na forma de um farináceo, peletizada formando pequenos grânulos ou integrais contendo apenas grãos quebrados. Alguns fabricantes adicionam substâncias atrativas às iscas como óleo de cocô e açúcar. Essas iscas devem ser colocadas de tal modo a serem facilmente encontradas pelos roedores.
Pós de Contato: raticida formulado em pó finíssimo, para ser empregado nas trilhas e ninhos. O pó adere aos pelos do roedor, que lambe o corpo ao proceder a sua higiene, ingerindo, assim, o raticida. São mais eficazes e concentrados que as iscas, devendo ser utilizados com cuidado e atenção a fim de evitar-se contaminação de gêneros alimentícios e intoxicações acidentais em outros animais.
Blocos impermeáveis: são constituídos por cereais granulados ou integrais envoltos por uma substância impermeabilizante, formando um bloco, geralmente, emprega-se a parafina para este fim. São utilizados em galerias subterrâneas de esgoto, de água pluviais, canais de irrigação, canalização fluviais, de fiação elétrica, na orla marítima ou ribeirinha, nas áreas inundáveis, onde a disponibilidade de alimento não seja muito grande. Em condições adversas esses blocos também sofrem a ação do mofo, deteriorando-se ao longo do tempo, porém sua vida é bem maior que as iscas comuns. Apresentam várias formas e geralmente contém um orifício que permite amarração.
Acidentes com raticidas: raticidas são tóxicos, porém os raticidas anticoagulantes registrados no Brasil têm antódoto confiável e seguro. Portanto, intoxicações acidentais envolvendo homens ou animais, podem ser revertidas, se atendidas a tempo e de forma adequada, mas os raticidas devem ser cuidadosamente empregados para que sejam evitados acidentes desagradáveis e irrecuperáveis. No caso de ingestão acidental de raticidas anticoagulantes, deve-se levar o paciente prontamente a um médico (ou veterinário se for um animal), sempre que possível, levando a embalagem do raticida para melhor orientar a assistência médica.

  
Referências Bibliográficas:
·         BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Doenças associadas a artrópodes vetores e Roedores. Brasília: Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. 2014.
·         BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Controle de Roedores. Brasília: Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde, 2002.
·         Disponível em: http://portal.fiocruz.br/pt-br/search/site/roedores Acessado dia: 23/05/2016.
·         Disponível em: http://www.funasa.gov.br/site/
Acessado dia: 22/05/2016.
·         Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/
·         Acessado dia: 24/05/2016.
·         FERREIRA, Aldo Pacheco. Wermelinger, Eduardo Dias. Métodos de Controle de insetos vetores: um estudo das classificações.  Rev- Amaz Saúde. 2013.





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